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OLHO NO OLHO!

 

 

29 ANOS DE CONQUISTAS!

 

Chegamos novamente ao aniversário do Sindicato no dia 19 de novembro e ao fazermos um balanço de nossas realizações, parece que assistimos a reprise de um filme que já estamos cansados de ver.

 

Dizer que o ano foi difícil, duro, sacrificante, não passa de lugar comum. Essa retórica de caráter inconformista, talvez seja fruto da ambição, própria do ser humano, de se aprimorar constantemente, deixando de valorizar as pequenas e importantes conquistas do cotidiano que, somadas representam um valioso saldo em nossas vidas. Isto, ás vezes, é difícil de ser percebido e os momentos de reflexão surgem como a ocasião propícia para uma pequena parada... um respiro.

 

É impossível negar que 2020 tem sido um ano atípico de todas as formas, cheio de desafios que jamais poderíamos supor ter de enfrentar e que pelo jeito estão muito longe do fim. Pandemia, política, economia, meio ambiente, emprego envoltos no caos, mas apesar de tudo, o vírus, os escândalos e os desmandos não conseguiram derrubar o humor do brasileiro ou, pelo menos, não conseguiu piorar ainda mais a forma como a população se sente em 2020, em relação a 2019.

 

Por isso, não vamos deixar que esta imensa crise que nos absorve retire o brilho do aniversário de nossa entidade, que nos recorda de muitas conquistas e alegrias. Vamos continuar a ter força para amar e trabalhar em todas as dimensões do cotidiano, suscitando esperanças e novos sonhos, não deixando que o cotidiano nos sufoque. Cabe a nós renovar todos os dias essa força que nos proporciona infinita disposição para lutar!

 

Feliz aniversário a todos que ajudaram e ajudam a construir diariamente esta entidade, mantendo viva a chama da esperança!

 


 

2020 UM ANO PERDIDO!

 

O ano está acabando e o quadro econômico social pintado tem tons graves e complexos, que incluem uma grande investida totalitária governamental.

 

Em um ano atípico, vivemos os efeitos da política de austeridade levada a ferro e fogo por Paulo Guedes desde o início do mandato; os efeitos da crise política que se aprofundou a cada dia; os efeitos da crise econômica internacional provocada pelo corona vírus, com redução do nível de atividades em boa parte do planeta; os efeitos da pandemia internamente e as necessárias medidas de confinamento, com consequente redução da atividade econômica interna; os efeitos da incapacidade do governo Bolsonaro em apresentar um programa mínimo de combate ao covid19, com o objetivo de reduzir as vítimas e atenuar as consequências econômicas e sociais da doença. Tudo isto combinado para gerar uma enorme turbulência política social.

 

Para 2021, a previsão é de continuidade da turbulência econômica social e governamental. Nesta “panela” continuam sofrendo os menos favorecidos, que não podem contar com um governo que deveria fomentar o crescimento econômico e amparar a população carente, com medidas de auxílio emergencial em todas as áreas, até a efetiva recuperação deste quadro.

 

Assim, o crescimento da economia brasileira em 2021 ficará abaixo da média global e da América Latina. Muitos países, sobretudo os emergentes e europeus, também não se recuperarão tão rapidamente das perdas provocadas em 2020 pela pandemia de acordo com novas projeções do Institute of International Finance (IIF), que reúne 450 bancos e fundos de investimento em 70 países.

 

A pandemia afetou todo o planeta e levou à paralisação dos setores industriais e de serviços – algo inédito e mais profundo do que o congelamento do setor financeiro há uma década, durante a Grande Recessão e parece que ninguém sabe lidar com isso!

 

A Diretoria


PRECISAMOS SEMPRE AGIR PELA  PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES NA SOCIEDADE

No Brasil, segundo o IBGE as mulheres constituem a maioria da população brasileira. No mercado de trabalho, segundo a OIT, de cada 10 cargos executivos apenas um é ocupado por mulheres; no nível de gerência, dois cargos são das mulheres e oito dos homens; nas chefias, as mulheres são três e os homens, sete.

No Brasil sindical de cada 100 brasileiros sindicalizados, cerca de 36 são mulheres. Pesquisa do IBGE indica que esta baixa participação acontece tanto na composição do quadro associativo, quanto nas diretorias sindicais. Mesmo quando estão presentes nas diretorias, as mulheres geralmente não ocupam os cargos considerados mais importantes, como presidência, secretaria geral e tesouraria.

No Brasil político as mulheres são maioria no eleitorado e minoria em cargos de poder.

A discussão em torno da participação das mulheres, nos segmentos do trabalho, político e sindical do país, requer um debate franco e claro no que se refere ao poder. Requer a adoção de medidas compensatórias que estimulem, garantam condições práticas, preparem e produzam mudanças nas estruturas de poder. Garantir a presença e a participação das mulheres requer o estabelecimento de condições favoráveis como creches, horários de reuniões compatíveis com a existência da dupla jornada de trabalho e as responsabilidades familiares.

Vale lembrar que ao aumentar de maneira efetiva a influência da mulher em todos os níveis da sociedade organizada, aumentam as possibilidades de mudança em direção à igualdade entre os gêneros, assim como fica mais curto o caminho para uma sociedade justa e democrática.

A Diretoria


 

A oportunidade de praticar a democracia com consciência

 

Alcançar pelo voto popular o mais alto cargo em uma nação é algo fascinante! Entretanto, o partido detentor deste feito não pode deixar que o deslumbramento o iluda, tem que entender claramente que para atingir a governabilidade é necessária uma coligação de forças que proporcione a sustentabilidade do executivo junto ao legislativo e judiciário; harmonia entre os poderes para governar de fato e de direito. Assim, achar que após alcançado o objetivo, a oposição e até mesmo aliados se tornam peças de segunda classe, inferiores, menores, é uma temeridade ou uma imbecilidade. E, quando o próprio presidente não tem partido, o que dizer então?

 

O isolamento negacionista do executivo neste ano foi terreno fértil para ações atrasadas ou equivocadas que acabaram levando o país à uma crise sanitária/econômica desastrosa. A população, em particular os trabalhadores, sentiu-se traída em suas aspirações pelo governo que elegeu. Mas, o povo quando se sente relegado a um segundo plano, mal representado, não encontrando soluções para suas necessidades e aspirações e acreditando que não tem mais nada a perder além da sua dignidade, começa a procurar novos caminhos, novos rumos em busca de novas esperanças.

 

Até agora, os políticos eleitos parecem surdos ao clamor popular, parecem apequenados diante dos problemas e apenas ensaiam modesta resistência aos mandos e desmandos governamentais. As pessoas de bem não aceitam e não querem conviver com a incompetência a desonestidade e a corrupção e o povo está exigindo um compromisso claro da classe política, que lute por um Brasil melhor, ético e moral, um Brasil dos brasileiros e para todos os brasileiros.

 

Nada mais democrático do que o povo exigir compromisso, seriedade e honestidade dos seus representantes. O Brasil tem solução e mais uma oportunidade democrática de eleger quem o representa; portanto é hora também de cada cidadão fazer sua parte nas urnas.

 

A Diretoria


 

A IGUALDADE DE GÊNEROS TAMBÉM DEPENDE DO VOTO!

 

As eleições estão batendo em nossa porta novamente e novamente precisamos falar do mesmo assunto, que não muda, uma vez que a classe política brasileira também não muda!

 

No Brasil, segundo o IBGE as mulheres constituem a maioria da população brasileira. No mercado de trabalho, segundo a OIT, de cada 10 cargos executivos apenas um é ocupado por mulheres; no nível de gerência, dois cargos são das mulheres e oito dos homens; nas chefias, as mulheres são três e os homens, sete.

 

No Brasil sindical de cada 100 brasileiros sindicalizados, cerca de 36 são mulheres. Pesquisa do IBGE indica que esta baixa participação acontece tanto na composição do quadro associativo, quanto nas diretorias sindicais. Mesmo quando estão presentes nas diretorias, as mulheres geralmente não ocupam os cargos considerados mais importantes, como presidência, secretaria geral e tesouraria.

 

No Brasil político as mulheres são maioria no eleitorado e minoria em cargos de poder.

 

A discussão em torno da participação das mulheres, nos segmentos do trabalho, político e sindical do país, requer um debate franco e claro no que se refere ao poder. Requer a adoção de medidas compensatórias que estimulem, garantam condições práticas, preparem e produzam mudanças nas estruturas de poder. Garantir a presença e a participação das mulheres requer o estabelecimento de condições favoráveis como creches, horários de reuniões compatíveis com a existência da dupla jornada de trabalho e as responsabilidades familiares.

 

Vale lembrar que ao aumentar de maneira efetiva a influência da mulher em todos os níveis da sociedade organizada, aumentam as possibilidades de mudança em direção à igualdade entre os gêneros, assim como fica mais curto o caminho para uma sociedade justa e democrática.

 

Mudar esse “status quo” está literalmente no poder nosso voto, que deve renovar nossos representantes, dando voz aqueles que de fato lutam pela igualdade de gêneros.

 

A Diretoria


 

MULHERES E HOMENS SÃO IGUAIS!

 

Em 26 de agosto, comemora-se o Dia Internacional da Igualdade Feminina, data que marca o advento da mulher cívica. No Brasil, a igualdade entre sexos foi assegurada de acordo com a Constituição Federal de 1988. Desde então, foram muitas as conquistas e desafios.

 

Entre os avanços destacam-se o acesso das mulheres ao mercado de trabalho e a maior mobilização da sociedade pelo fim da violência, mas muito ainda existe por conquistar.

 

Para fazer valer seus direitos a mulher tem de exercer o seu papel de cidadã, sentir-se em condições de viver em igualdade os diferentes papéis sociais e ter acesso a todos os campos da vida pública e privada. Parecem coisas simples, mas não são. Isso passa por uma questão fundamental que é a do empoderamento, ou seja, a mulher tomar consciência de si própria e decidir sobre a sua própria vida.

 

Esta data é uma oportunidade para sensibilizar e informar a sociedade para que esta se mobilize pela eliminação das desigualdades que persistem entre mulheres e homens, uma constatação da necessidade premente de permanecer vigilantes diante de tantas injustiças ainda praticadas, um convite à ação e multiplicação de  projetos e políticas que possam levar a uma mudança efetiva, para 51% da população de nosso país – as mulheres.

 

A Diretoria


 

Quem pode mais paga menos!

 

Na mesa do Ministro Paulo Guedes não há a clássica disputa entre o bem e o mal, caracterizado por anjos e demônios. Se estão por ali, os anjinhos estão bem escondidos e os demoninhos saltam para lá e para cá.  Só isso explica a ideia de, ao desonerar a folha de pagamento para as empresas, reduzir o depósito do FGTS de 8% para 6%. A visão do Ministro ao estudar esta possibilidade é simplesmente jogar nas costas do trabalhador os custos de uma redução tributária. Numa conta básica, todos que recebem salário perdem 24% da poupança por ano.

 

Guedes avança sereno na desestruturação da classe operária. Primeiro veio a Reforma Trabalhista, danosa ao trabalhador e sem resultados práticos para a economia. Depois veio a Reforma Previdenciária, trazendo corte aos mais humildes e proteção, ou pelo menos, manutenção dos privilégios, aos apaniguados do Governo. E agora ao ensaiar uma Reforma Tributária é, de novo, o trabalhador que entrará pagando a conta.

 

 Não se ouve de sua boca que irá taxar as grandes fortunas, muito menos os lucros e dividendos dos grandes empresários, principalmente do sistema bancário, mais sanguessuga que os agiotas de plantão. Quem sempre paga a conta são os pequenos, incluindo aí, além dos trabalhadores, os pequenos comerciantes, prestadores de serviços e empresários que não tem caixa para financiar campanhas políticas.

 

Ele queria mesmo era uma nova e simples CPMF. Como o custo político é alto demais, deriva para alternativas como a redução de recolhimento do FGTS ou tributar as transações digitais, cobrando de todos. Outra medida na contra mão de tudo o que é praticado no mundo. Mas ir contra a prática mundial é comum no Brasil. Aqui existe a subversão da lógica tributária: quem pode mais paga menos!

  

Helena Ribeiro da Silva

Presidenta SEAAC


 

UMA FACA DE DOIS GUMES

 

A volta às aulas no país coloca em risco não apenas crianças, adolescentes, professores e funcionários de escolas. O retorno também pode representar ameaça de contágio pela covid-19 para outros 9,3 milhões de adultos e idosos, que estarão em contato com esses estudantes na mesma casa. O alerta é da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que divulgou estudo apontando os perigos que o retorno à sala de aula representa.

 

Se ficar o bicho come, se correr o bicho pega! É um velho ditado popular que cabe nesta situação. Muitos a favor, muitos contra, muitas dúvidas e uma faca de dois gumes na mão. Afinal, expor quase 10 milhões de pessoas em grupos de risco, não é um número fácil de ser digerido. O descompasso entre rede pública e privada certamente acentuará desigualdades. Sindicatos de professores debatem questão procurando consenso. Alguns estados que planejam a volta às aulas estão numa curva ascendente de mortes.

 

Dizem que o retorno será gradual e obedecendo uma série de critérios, como turmas menores, mantendo o distanciamento, obrigatoriedade de uso de máscaras e vai por aí. Fica a questão: quem consegue obrigar os jovens e adolescentes a seguir regras direitinho?

 

Bem, o fato é que a escola não será a mesma depois da pandemia. O cenário vivido nos últimos meses tem exigido a reinvenção de possibilidades e a consolidação da tecnologia aliada à criatividade para educar os estudantes. Todos tem de estar abertos e aprender com as mudanças.

 

Mas não basta. Vamos ter de aprender ainda mais melhorar a relação entre escola e família, aceitar e respeitar o professor virtual, aceitar o reforço escolar necessário para equalizar a aprendizagem e garantir oportunidades iguais, tudo convivendo com uma pandemia real, que não está nem de longe dominada ou dando mostras de ser contida e com enormes possibilidades de ter o vírus introduzido no refúgio do lar.

 

Não é uma situação de fácil solução, nem confortável seja qual for a medida tomada: voltar ou não voltar e fica ainda pior quando constatamos a inércia e falta total de ação do governo federal, o motor que devia estar funcionando a todo vapor para combater esse mal. É mesmo como diz o ditado: se ficar o bicho come, se correr o bicho pega!

 

A Diretoria


INSANIDADE, NOVO NOME PARA A NORMALIDADE!

 

O texto do colunista Josias de Souza pinta um retrato fiel do momento que infelizmente vivenciamos no país, deixando os brasileiros responsáveis cheios de desesperança e temor pelo futuro. Leia a reflita.

 

“Com a curva de incidência da Covid-19 ainda em alta na maior parte do território nacional e às voltas com mais de 65 mil mortos, o Brasil claramente perdeu a guerra para o vírus. Mas há algo ainda pior do que a derrota: rendido a uma realidade que ainda vai piorar muito, o país decidiu apertar o botão de dane-se. No Brasil de hoje, qualquer pensamento otimista corre o risco de ficar velho em dois minutos. Ou em duas rodadas de cerveja nos bares reabertos das grandes capitais.

 

Além do vírus, só a irresponsabilidade avança no país. Operam no modo "dane-se" desde os gestores estaduais que roubam verbas dos respiradores que escasseiam nas UTIs até os brasileiros que, embriagados de insensatez, se acham no direito de esfregar títulos universitários na cara de fiscais sanitários para dizer eu "sou melhor do que você", como fez uma mulher, no último final de semana, no Rio de Janeiro.

 

Num ambiente assim, observar a Presidência da República tornou-se uma inutilidade. Quem insiste em desperdiçar tempo com Jair Bolsonaro descobre que o exercício serve apenas para descobrir qual foi a penúltima besteira pronunciada ou enviada pelo presidente para publicação no Diário Oficial. Tudo o que se relaciona a Bolsonaro e pandemia é inútil, inclusive dizer isso.

 

O Planalto publicou uma retificação na sanção da lei que obrigou o uso de máscaras em ambientes públicos. Com isso, revelou ao país que não há erro que não possa ser piorado. Bolsonaro vetou a obrigatoriedade do uso de máscaras em presídios. Estendeu para cadeias superlotadas o "liberou geral" que já havia instituído para o comércio, igrejas, salões de beleza, barbearias... O presidente reage às más notícias imitando o avestruz. Enfia a cabeça nas profundezas de suas ideias fixas. A novidade é que esse comportamento de Bolsonaro vai deixando de ser algo isolado. A insanidade virou um outro nome para normalidade. O Brasil entrou na fase do "dane-se". “

 

A diretoria

 
 

Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio de Americana e Região

Trabalhador Conscientizado, Sindicato Transformado!