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OLHO NO OLHO!

 

 

 

 

SOCIEDADE EXIGE SOLUÇÃO PARA SALÁRIOS DIFERENTES ENTRE HOMENS E MULHERES

 

Embora a maioria das legislações, entre elas a brasileira, considere ilegal a remuneração diferente por trabalhos iguais, isto acontece em todos os países do mundo.

 

No Brasil o IBGE aponta que as mulheres brasileiras recebem, em média, o equivalente a 76,5% do rendimento dos homens. As estatísticas também refletem algumas das principais desigualdades no mercado de trabalho, como a menor proporção de mulheres empregadas e a presença maior delas em setores com média salarial mais baixa. A proporção de mulheres em empregos em tempo parcial também é maior do que a de homens (28% das mulheres ocupadas, contra 14% dos homens), ao mesmo tempo em que elas dedicam 18 horas semanais ao – não remunerado trabalho doméstico, na comparação com 10,5 horas entre os homens, uma diferença de 73%.

 

Pior é que a grande maioria das empresas nega a discrepância entre salários masculinos e femininos, o que dificulta uma discussão ampla sobre o assunto dentro das próprias empresas, uma vez essa desigualdade é causada pela má distribuição de oportunidades.

 

A noticia interessante é que muitos países estão legislando de modo a obrigar as empresa a comprovarem que estão pagando profissionais de ambos os gêneros da mesma forma e uma metodologia que audita as práticas de renumeração esta sendo elaborada por uma fundação suíça para certificar as empresas que não apresentam discrepância entre os salários pagos a homens e mulheres e isto está chamando a atenção para o assunto, que precisa ser discutido, uma vez que esta a raiz do problema está dentro das práticas e políticas que influenciam diretamente na carreira de homens e mulheres.

 

Este é mais um passo para a erradicação desse problema, que certamente demandará ainda um tempo até chegar ao Brasil, mas que não poderá ser ignorada por nossos políticos e empresários, uma vez que a solução do problema é uma exigência da sociedade civilizada que não tem como ser paralisada.

 

A Diretoria

 
 

Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio de Americana e Região

Trabalhador Conscientizado, Sindicato Transformado!