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OLHO NO OLHO!

 

 

 

 

MUDANÇAS SÓ ACONTECEM QUANDO QUEREMOS MUDAR!

 

Estamos a menos de um mês das eleições que teoricamente deveriam renovar os cargos mais importantes dos poderes executivo e legislativo do país. Votar sem consciência neste momento significa deixar nas mãos dos aventureiros de plantão as leis e a administração do Brasil, por mais um longo período de 4 anos. Aventureiros que tem se dado bem com a desilusão e o descaso da população na hora do pleito, elegendo-se e reelegendo-se, aproveitando-se, inclusive, da proteção de seus cargos para fugir da lei.

 

Este ano vivemos um momento difícil que passa por escândalos, corrupção, atentados contra a vida, incertezas econômicas, políticas e sociais, que desencorajam o eleitor a tomar partido neste disputa. Entretanto o seu voto é o convidado mais importante nesta “festa eleitoral”. Mais do que nunca é preciso estar atendo, estar engajado e saber quem são estas pessoas que disputam sua atenção, é preciso pesquisar, estar de ouvidos abertos e saber em quem votar, senão no melhor, pelo menos naqueles que estejam comprometidos com a causa do trabalhador e da sociedade em geral.

 

Eleitor você ainda tem tempo para informar-se e escolher. Passe os candidatos em uma peneira fina e utilize seu voto para ser bem representado. Nossa democracia só irá consolidar-se se você cumprir sua parte.

 

Mudanças não acontecem se não buscarmos realmente mudar!

 

A Diretoria

 


 

MANTENDO A CASA EM ORDEM!

 

Dia 27 de agosto Americana celebra seus 142 anos de fundação. Com sua tradição fabril e cultura herdadas dos imigrantes americanos e italianos, a cidade foi palco histórico de importantes movimentos ocorridos entre os séculos XIX e XX.

 

Americana está bem colocada no ranking do PIB e IDH brasileiro. Mais do que um importante polo da industrial têxtil, o orgulho e motivação dos habitantes está na qualidade de vida. Mesmo com os altos padrões, os americanenses são extremamente preocupados com o desenvolvimento do município.

 

A cidade é a 19ª mais desenvolvida do país e lidera o Índice de Bem-Estar , e o que a torna referência é a boa pontuação em fatores como “atendimento de serviços coletivos urbanos”, “mobilidade urbana” e “condições ambientais urbanas”. Aqui, existem diversos parques, bosques e represas, bem como inúmeras atrações culturais.

 

Além disso, Americana foi apontada como a oitava cidade de melhor Índice de Desenvolvimento Urbano para a Longevidade (IDL) entre os municípios com mais de 100 mil habitantes do Brasil e está classificada entre as 10 menos violentas do país.

 

Por todos estes bons aspectos o americanense tem um excelente senso crítico, que exige mais dos administradores, em todos os níveis, e nesta época de corrida eleitoral deve estar bem atento, principalmente as mulheres que neste momento compõe o maior contingente de indecisos.

 

Se as mulheres assumirem seu protagonismo nesta corrida eleitoral, elas praticamente poderão decidir quem irá governar o país nos próximos anos pois somam 52,5% dos eleitores.

 

Pois, então, vamos manter nossa casa em ordem!

 

A Diretoria

 


 

É a hora dos “santos” aparecerem!

 

Neste mês que está se iniciando alguns lugares se tornaram perigosos para frequentarmos: O boteco da esquina. A padaria. O restaurante bem popular. O campo de futebol. A feira-livre. O ponto de ônibus. O circular. A fila do banco. Os velórios. As igrejas. O supermercado. As festas populares....

 

Em todos os relacionados e, em mais alguns que possa ter me esquecido, aparece uma figura que os simples mortais veem a cada quatro anos: Os candidatos. É hora de beijar as crianças, abraçar idosos, ser atencioso com a sua aflição. Enfim; é hora de todos virarem santos, humildes, preocupados com a saúde, desejosos de melhorar a educação, criteriosos nos gastos públicos, batalhadores pela geração de empregos e prestativos com o povo, especialmente os miseráveis e pobres, já que representam a imensa maioria dos eleitores.

 

É claro que no meio desta matilha toda, alguns poucos merecem nossa atenção, respeito e voto. Mas a ampla maioria não merece, sequer, que estendamos a mão para o cumprimento. Já conhecemos o roteiro: passada a eleição não encontramos mais estes “santos” nem no “altar” que o voto lhes consagra (as assembleias, o senado, e os palácios executivos). Somem. Desaparecem. Esquecem, literalmente, que você existe. A saúde, a educação, a decência com o dinheiro público, o transporte de qualidade, a geração de emprego, o respeito às diferenças e tudo o mais fica guardado, bem guardado, para virar palanque e discurso daqui a mais quatro anos.

 

Precisamos mudar esta realidade. Recentemente, os trabalhadores em geral foram apunhalados pela aprovação da Reforma Trabalhista, que de reforma não teve nada. O que teve foi destruição de direitos e conquistas históricas. Por isso (e por tudo o mais que estamos vivenciando) precisamos, principalmente os mais humildes, que dependem de serviços públicos, votar com absoluta consciência, analisando o que o candidato fez ao longo de sua vida pública. Tenham certeza que somente nós, com o voto bem dado, poderemos mudar esta situação absurda que vivemos. É hora de desnudar “os santos” e deixar a mostra o lobo que tem nos abocanhado.

 

Helena Ribeiro da Silva

Presidenta do SEAAC de Americana e Região

 


 

SER MULHER NEGRA

 

Ser mulher já é complicado, ser mulher negra, então nem se fala! Segundo dados da ONU, as mulheres negras no Brasil são 55,6 milhões, chefiam 41,1% das famílias negras e recebem, em média, 58,2% da renda das mulheres brancas, de acordo com os dados de 2015 extraídos do Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça.

 

As negras brasileiras acumulam os piores indicadores sociais do país, são mais pobres, têm menos oportunidades, ganham menos, as dificuldades de gênero são maiores, estão achatadas na base da pirâmide social, praticamente sem oportunidade de ascender. Enfrentam desigualdades imensas no ambiente de trabalho. Além disso, elas representam mais da metade das vítimas em casos de violência doméstica e obstétrica e dos casos de morte em decorrência do parto.

 

São números assustadores que fazem a sociedade articular-se para mudar esse quadro através de várias ações educativas que exponham esse vergonhoso quadro, atingindo a consciência daqueles que podem fazer a diferença.

 

Os caminhos para a igualdade são muitos, mas o mais importante, certamente passa pela política. Ampliar o número de mulheres no quadro político nacional é uma prioridade urgente, urgentíssima, com mulheres de todas as raças, que conquistem representatividade neste cenário, participando da vida partidária, estando à frente da direção de partidos, elegendo-se para cargos legislativos, executivos e judiciários, penetrando nas estruturas do poder, para fazer a pauta feminina ser realmente levada a sério e implementada.

 

Em outubro tem eleições.

 

A Diretoria

 


 

SOCIEDADE EXIGE SOLUÇÃO PARA SALÁRIOS DIFERENTES ENTRE HOMENS E MULHERES

 

Embora a maioria das legislações, entre elas a brasileira, considere ilegal a remuneração diferente por trabalhos iguais, isto acontece em todos os países do mundo.

 

No Brasil o IBGE aponta que as mulheres brasileiras recebem, em média, o equivalente a 76,5% do rendimento dos homens. As estatísticas também refletem algumas das principais desigualdades no mercado de trabalho, como a menor proporção de mulheres empregadas e a presença maior delas em setores com média salarial mais baixa. A proporção de mulheres em empregos em tempo parcial também é maior do que a de homens (28% das mulheres ocupadas, contra 14% dos homens), ao mesmo tempo em que elas dedicam 18 horas semanais ao – não remunerado trabalho doméstico, na comparação com 10,5 horas entre os homens, uma diferença de 73%.

 

Pior é que a grande maioria das empresas nega a discrepância entre salários masculinos e femininos, o que dificulta uma discussão ampla sobre o assunto dentro das próprias empresas, uma vez essa desigualdade é causada pela má distribuição de oportunidades.

 

A noticia interessante é que muitos países estão legislando de modo a obrigar as empresa a comprovarem que estão pagando profissionais de ambos os gêneros da mesma forma e uma metodologia que audita as práticas de renumeração esta sendo elaborada por uma fundação suíça para certificar as empresas que não apresentam discrepância entre os salários pagos a homens e mulheres e isto está chamando a atenção para o assunto, que precisa ser discutido, uma vez que esta a raiz do problema está dentro das práticas e políticas que influenciam diretamente na carreira de homens e mulheres.

 

Este é mais um passo para a erradicação desse problema, que certamente demandará ainda um tempo até chegar ao Brasil, mas que não poderá ser ignorada por nossos políticos e empresários, uma vez que a solução do problema é uma exigência da sociedade civilizada que não tem como ser paralisada.

 

A Diretoria

 
 

Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio de Americana e Região

Trabalhador Conscientizado, Sindicato Transformado!