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OLHO NO OLHO!

 

 

É HORA DE REACENDER O FOGO DA VIDA

 

"Natal é época de renascimento; é época de reacender o fogo da vida, de renovar os sonhos e metas para o ano novo que já se anuncia. 

É época também de celebrar todas as conquistas vividas e os objetivos alcançados. Esta é a época da virada, é tempo de planejar um ano ainda melhor do que este que está dando adeus. 

É tempo de reafirmar parcerias, e olhar para a frente com determinação e otimismo, levando conosco todas as lições que aprendemos.

Desejamos a você um Feliz Natal e um Ano Novo muito próspero. Esperamos, por mais um ano, compartilhar grandes momentos e conquistas!"

 

A Diretoria


 

Dia de luta pelo fim da violência contra as mulheres

 

As Nações Unidas definem violência contra a mulher como: "Qualquer ato de violência baseado na diferença de gênero, que resulte em sofrimentos e danos físicos, sexuais e psicológicos da mulher; inclusive ameaças de tais atos, coerção e privação da liberdade seja na vida pública ou privada".

 

O artigo 2 da Declaração das Nações Unidas mostra que a definição da violência contra as mulheres deve incluir o espancamento conjugal, o abuso sexual de meninas, a violência relacionada a questões de dotes, o estupro, inclusive o estupro conjugal e outras práticas tradicionais prejudiciais à mulher, tais como a mutilação genital feminina (MGF). Também incluem a violência não conjugal, o assédio e intimidação sexual no trabalho e na escola, o tráfico de mulheres, a prostituição forçada e a violência perpetrada ou tolerada por certos governos, como é o caso do estupro em situações de guerra.

 

A violência contra as mulheres é hoje o tipo mais comum de abuso contra os direitos humanos no mundo, apesar de ser também o menos reconhecido. É também um problema grave de saúde, que desgasta a energia da mulher, comprometendo sua saúde física e corroendo sua auto-estima. Apesar disso, a maioria das sociedades do mundo tem instituições sociais que legalizam, obscurecem ou negam este tipo de abuso. Os mesmos atos que seriam punidos se praticados contra um empregador, vizinho ou conhecido, com freqüência permanecem impunes quando cometidos contra as mulheres, especialmente dentro de uma mesma família.

 

A violência contra a mulher também pode ser institucional, ou seja quando os serviços oferecidos por uma instituição e sistemas públicos são prestados em condições inadequadas resultando em danos físicos e psicológicos para a mulher (por exemplo: longas esperas para receber tratamento, intimidação, mal trato verbal, ameaças e falta de medicamentos).

 

Por tudo isso, 25 de novembro, Dia Internacional de Luta pelo fim da Violência contra as Mulheres, é uma oportunidade para refletirmos sobre esse assunto tão grave. Achamos que isso acontece só com a vizinha, mas a violência contra a mulher está acontecendo dentro de todas as famílias. Um terço das brasileiras sofre agressões dentro do lar. O número é assustador. E a agressão contra as fêmeas é absolutamente democrática: atinge todas as classes sociais. No Brasil acontece uma denúncia de violência contra a mulher a cada 7 minutos.

 

A violência contra as mulheres é uma violação dos direitos humanos. O Estado têm deveres e compromissos, de acordo com instrumentos de direito e políticas, no que se refere a enfrentar e prevenir essa violência. Contudo, a persistência da violência é uma prova de que o poder público não consegue ainda cumprir cumprir esses deveres.

 

A Diretoria


 

25 ANOS DE LUTA EM DEFESA DOS TRABALHADORES

 

Com a responsabilidade de representar mais de 15 mil trabalhadores, tenho que admitir que a trajetória não foi fácil. Quando comecei a trabalhar em Escritório de Contabilidade, logo percebi que era necessário fundarmos nosso próprio sindicato. Não tínhamos pisos decentes, não tínhamos vale-transporte e muito menos vale refeição. Era tempo de vacas magras. Isso me incomodava demais. Então na década de 90, com a colaboração dos companheiros do Sindicato dos Comerciários, comecei a idealizar a fundação do SEAAC de Americana e Região, que acabou por se concretizar.

 

A ideia era considerada por muitos ousada: uma mulher presidenta de uma entidade sindical, num mundo predominantemente masculino. Como defensora de direitos iguais para homens e mulheres me imbui de coragem e a me dedicar de maneira intensiva ao aprendizado sindical. Adotei uma postura aguerrida, pois minha rotina era estressante. Precisava conciliar o trabalho, cuidar do lar e buscar o aprendizado sindical. Um desafio e tanto.

 

Como presidenta assumi a responsabilidade de representar a categoria de trabalhadores do setor de serviços, além de lutar contra a descriminação da mulher, fazendo com que elas tivessem voz e voto no sindicato e demais segmentos da sociedade. As relações entre homens e mulheres sempre foram, de modo geral, hierárquicas, desiguais e permeadas por mecanismos excludentes. Isto eu não aceitava. Mas apenas identificar que as mulheres são minoria ou que estão concentradas em nichos, não era o suficiente. Era preciso lutar e reivindicar medidas que superassem os mecanismos responsáveis por isto e que exercessem sua cidadania com plenitude.

 

Tenho orgulho de estar à frente desta entidade. Nossa responsabilidade é grande. Temos muito trabalho a fazer. Nossa missão é, e sempre será, trabalhar com entusiasmo e determinação para que possamos unir a categoria, atendendo-os , principalmente neste momento difícil da história do país. Para dar conta de tantas obrigações conto com o apoio incondicional de minha diretoria e dos empregados. Sei que posso confiar plenamente em todos que me acompanham nessa jornada, conscientes que não há sociedade livre, se não há respeito aos direitos dos trabalhadores.
 

Helena Ribeiro da Silva

Presidenta do SEAAC
 


Cuidar da saúde também é coisa de homem!

 

O câncer de próstata é o câncer mais frequente no sexo masculino. Estatísticas apontam que a cada seis homens, um é portador da doença. No intuito de conscientizar a população masculina sobre a doença e visando a diminuir a taxa de mortalidade que ainda é alta, acontece mundialmente o movimento Novembro Azul, iniciativa que já faz parte do calendário nacional das campanhas de prevenção no Brasil. O objetivo é combater a doença e, principalmente, motivar a população masculina a fazer exames preventivos.

 

É fácil notar que, enquanto as mulheres se preocupam em ter uma boa qualidade de vida e envelhecer saudavelmente, a maioria dos homens se considera imune às doenças e às consequências da falta de prevenção. É uma questão cultural, homens se preocupam menos com a saúde, tem hábitos alimentares piores, ingerem mais bebidas alcoólicas e frequentemente fumam, aumentando as chances de serem acometidos por doenças graves.

 

Uma mudança de atitude é necessária para mudarmos esse quadro e a participação das mulheres é de suma importância para evitar os perigos que rondam suas famílias. Cuidar da saúde é bem estar físico e mental e decisivo para evitar sofrimento grandes sofrimentos.

 

Novembro está aí... é bom lembrar que a Sociedade Brasileira de Urologia recomenda que homens a partir de 50 anos procurem seu urologista para discutir a prática e a realização da avaliação. Aqueles com maior risco da doença (história familiar, raça negra) devem procurar o urologista a partir dos 45 anos.

 

Tome uma atitude, pois cuidar da saúde também é coisa de homem!

 

A Diretoria


 

Outubro Rosa é conscientização!

 

A cor rosa ilumina os principais monumentos de muitos municípios durante o mês de outubro, um show para os olhos e um lembrete para a memória.

 

Outubro Rosa é o movimento que vem ganhando força a cada ano com o objetivo de levar conscientização sobre a prevenção do câncer de mama, o diagnóstico precoce da doença e também sua desmistificação, pois quanto mais informações temos, mais fácil é lidar com a enfermidade e encontrar o apoio necessário. A campanha existe para que as mulheres enfrentem a falta de tempo para se cuidar, as dificuldades e o medo.

 

As campanhas realizadas durante o Outubro Rosa promovem discussões, engajamento social e estimulam o público feminino maior de 40 anos a participar mais ativamente das ações de prevenção, realizando regularmente o exame clínico de mama e a mamografia.

 

Lembrando ainda que muitas mulheres não sabem que estes exames são oferecidos gratuitamente e que são muito importantes não só para prevenir o câncer de mama, mas, principalmente, para aumentar as possibilidades de cura e de sobrevida, entre aquelas que já desenvolveram a doença.

 

Informação é conscientização e tomada de ação! Participe ativamente do Outubro Rosa!

 

A Diretoria


 

Nação envelhecida!

 

Em tempos de incertezas econômica, crise de moralidade, dúvidas sobre o futuro político do país e insegurança frente ao futuro, uma coisa é certa: o Brasil está envelhecendo, e rapidamente. É o que diz um estudo divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Hoje, temos 12,5% de idosos em nossa população (uma nação envelhecida segundo a OMS tem 14% da população constituída de idosos), em 2050 serão 30%.

 

Segundo a OMS a terceira idade começa a partir de sessenta anos. Continuar trabalhando é um direito do cidadão e este direito não termina com a idade avançada. O idoso que trabalha mantém-se ativo física e intelectualmente, sente-se independente, útil e valorizado. Atualmente, os idosos representam uma grande força de trabalho.

 

Mas, hoje em dia, não é apenas para manter-se ativo que os idosos trabalham. Trata-se mais de uma questão de sobrevivência, pois, os atuais padrões de aposentadoria da Previdência, não permitem a manutenção de uma vida digna para a grande maioria dos aposentados, obrigados a retornar ao mercado de trabalho.

 

Entretanto, apesar da maturidade e experiência destas pessoas é muito comum vermos cenas de descaso com os mais velhos, jovens não os tratam com respeito e demonstram impaciência em relação às dificuldades de audição ou locomoção que os acometem. O idoso precisa ser respeitado como cidadão, e agente social. O envelhecimento não pode ser visto como etapa inferior da vida. Respeitar os idosos deveria ser a palavra de ordem, uma vez que a juventude passa muito rápido.

 

Hoje, o Brasil ainda não está preparado para atender adequadamente os idosos e isso tende a piorar na medida em que essa população vai crescendo e se tornando mais relevante, mas ainda há tempo para uma mudança de rumo, através de políticas e educação apropriadas, que devem ser exigidas pela sociedade. 

 

A Diretoria

 


 

ISTO É VOTAR!

 

Para o eleitor em geral, votar parece ser mesmo uma chatice, algo secundário, uma tarefa da qual as pessoas procuram se livrar o mais rápido possível! Com exceção dos jovens entre 16 e 18 anos que parecem dispostos a exercer este direito, novidade ainda fresquinha para eles; os eleitores mais tarimbados estão tão desencantados e desiludidos com a política, que votar é apenas uma obrigação que exige o enfrentamento de filas e muita paciência, sendo os resultados pífios em termos de mudanças sociais que beneficiem o cidadão.

 

Parece que está faltando a este cidadão aborrecido, diga-se de passagem com toda a razão,  lembrar-se que a idéia e desejo de cada homem é um voto e que a somatória de idéias e desejos semelhantes pode mudar qualquer democracia, tornando-se uma poderosa arma para combater as administrações públicas ineficientes, que há anos impedem a consolidação de uma nação mais justa e igualitária.

 

Portanto, nunca é demais lembrar que precisamos fortalecer nossa participação no processo eleitoral, um exercício de cidadania a partir do momento que cada eleitor reconhece, com responsabilidade, que o voto é um dos instrumentos que pode influenciar o destino do país e conseqüentemente a vida de cada um.

 

Assim cabe ao eleitor, no dia das eleições, realizar um ato consciente com pleno conhecimento do seu conteúdo; efetivá-lo com liberdade e vontade deliberada de praticá-lo.  Isto é votar!

 

A Diretoria

 


 

Americana é um bom lugar para viver!

 

Reunindo-se quesitos como mobilidade urbana, condições ambientais urbanas (arborização próxima às casas, esgoto a céu aberto e lixo), condições habitacionais urbanas (como quantidade de moradores pelo tamanho e quantidade de cômodos dos imóveis), atendimento de serviços coletivos urbanos (água, esgoto, energia elétrica e coleta de lixo) e infraestrutura urbana (como iluminação pública, pavimentação, calçada e rampa para cadeirantes), a cidade é uma das melhores ranqueadas pelas pesquisas em bem-estar humano, no Brasil.

 

Americana é também um importante foco de investimento nacional e internacional. Com mão de obra qualificada em diversos setores, o município destaca-se como um dos principais pólos fabricantes de tecidos planos de fibras artificiais e sintéticas da América Latina, com um parque industrial diversificado onde predominam a média e pequena empresa.

 

O comércio é forte, com mais de 6 mil estabelecimentos que cobrem todos os setores, colocando à disposição dos consumidores uma variedade de itens que atende todas as suas necessidades, das básicas às supérfluas. O município ainda possui cerca de 12 mil empresas de serviços e um grande número de profissionais autonômos que atendem diversas áreas.

 

Nosso Sindicato que contempla uma base territorial com 28 cidades da região metropolitana, tem sua sede na cidade de Americana, de onde partem as orientações para bem representar e organizar nossas categorias profissionais.

 

Dia 27 de agosto comemoramos o aniversário de Americana. Nesta data tão auspiciosa, aproveitamos para manifestar nossa satisfação em pertencer a esta comunidade, pois, sentimos orgulho em ser americanenses, seja por nascimento, seja por adoção.

 

Desejamos que nossa cidade, além de bonita em sua paisagem, continue bonita no espírito de cada um de seus moradores, procurando sempre incrementar seu progresso e desenvolvimento de modo inovador e criativo, educando suas crianças para um futuro promissor e tranqüilo. Nossa parte é seguir, sem esmorecer, com nossa missão de lutar pelos direitos dos trabalhadores!

 

A Diretoria


 

DEZ ANOS DA LEI MARIA DA PENHA

 

A lei Maria da Penha, hoje em dia, praticamente dispensa apresentações; é um importante instrumento para coibir e prevenir a violência doméstica, que modernizou a legislação, criando mecanismos para a prevenção e proteção das mulheres, assim como punição efetiva para quem pratica a violência, considerando este tipo de ação uma violação aos direitos humanos.

 

Entretanto, apesar desse avanço, as estatísticas não refletem ainda um controle efetivo da violência. Apesar de 98% das mulheres brasileiras já terem ouvido falar da lei, o número de mulheres que denunciam seus agressores é de apenas 35%.

 

As razões para o silêncio são muitas: medo, dependência financeira, dependência afetiva, preocupação com os filhos etc e estas razões só serão vencidas através de mudanças culturais, realizadas através da educação.

 

Hoje, graças a divulgação massiva da Lei Maria da Penha uma nova geração de meninas e jovens cresce com um olhar diferente para o enfretamento da violência, sabendo que existe o amparo da lei e que não devem silenciar.

 

Mas, também é preciso que os homens se engajem na luta contra a violência, que conversem entre si refutando valores machistas e ideias de posse e superioridade, pois, a igualdade dos gêneros não depende apenas do Estado e das mulheres, mas da sociedade como um todo.

 

O combate à violência é uma equação com duas variáveis: poder público e sociedade. Parece, que desta vez o poder público está se fazendo sua parte com mais empenho: a lei existe e está sendo implementada. Cabe a nós, cidadãos, homens e mulheres, melhorarmos nossa participação nesta luta, educando sempre para a paz.

 

A Diretoria


 

MULHER NEGRA LATINO-AMERICANA

 

Pesquisas realizadas nos últimos anos demonstram a gravidade da situação enfrentada pela mulher negra latino americana e caribenha: elas apresentam o menor nível de escolaridade, trabalham mais com rendimento mínimo, em condições precárias e de informalidade; as poucas que conseguem romper as barreiras do preconceito e da discriminação racial e ascender socialmente necessitam se empenhar mais e abdicar de outros aspectos de suas vidas, como lazer, relacionamento, maternidade.

 

O Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha, comemorado em 25 de julho, é mais do que uma data comemorativa; é um marco internacional da luta e resistência da mulher negra contra a opressão de gênero, o racismo e a exploração de classe. Foi instituído, em 1992, no I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-caribenhas, para dar visibilidade e reconhecimento a presença e a luta das mulheres negras nesse continente. Este dia nos relembra a importância de fortalecer laços com a América Latina e Caribe, através de uma rede de solidariedade e constituição de acordos e políticas internacionais.

 

Vinte e cinco de julho também lembra a resistência e força das mulheres negras que se organizam em entidades que lutam contra a opressão étnica e de gênero, construindo estratégias para o enfrentamento do racismo e do sexismo.

 

Comemorar este dia é incentivar e energizar a emancipação das mulheres negras, agregando-as através de suas demandas específicas ao feminismo tradicional. Estaremos desse modo fortalecendo o movimento feminino de mulheres que deve contemplar todas as múltiplas diferenças da identidade feminina.

 

A Diretoria


 

ZIKA: muitas perguntas, poucas respostas

 

No meio de tantas doenças que afligem o ser humano, de repente, uma mal formação neurológica provocada por um vírus chamado zika, transmitido por um mosquitinho que tomou conta do país, começa a assustar. Muitas mães picadas pelo Aedes Aegypti, dão a luz a crianças portadoras de microcefalia. São milhares de casos investigados pelo país.

 

A microcefalia resulta do cérebro não crescer o suficiente durante a gestação ou após o nascimento. Crianças com microcefalia têm problemas de desenvolvimento e dependem de reabilitação para conseguir avanços.

 

O fato é que ninguém estava preparado para esta epidemia de zika vírus: é difícil obter um diagnóstico correto, não há estrutura para mapear a circulação do vírus, os exames de biologia molecular são caros, os exames sorológicos deixam a desejar, os serviços de saúde não estão preparados para atender adequadamente os inúmeros casos.

 

As gestantes estão extremamente assustadas e com razão; as perguntas são muita e as respostas poucas.  No meio desse imbróglio, entretanto, não podemos deixar de dizer que o poder público está se articulando com sociedade civil para combater de modo mais eficiente o mosquito, coordenando inclusive esforços internacionais para produzir vacinas e encontrar novas tecnologias de combate ao Aedes.

 

Também é bom lembrar que o zika vírus é apenas mais uma das causas da doença, que também pode ser desencadeada por uma série de variáveis genéticas ou ambientais – como malformações do sistema nervoso central e diminuição do oxigênio para o cérebro fetal – ou alguns problemas durante a gravidez, como exposição a drogas, álcool e certos produtos químicos, desnutrição grave, fenilcetonúria, toxoplasmose congênita e infecção congênita por citomegalovírus.

 

Assim a gestante deve ficar atenta para comparecer a todas as consultas pré-natais, fazer exames que detectam precocemente doenças que podem ter efeito na gestação e na criança, tomar todas as vacinas indicadas no calendário da gestante, evitar contato com pessoas que sabidamente têm infecções, evitar comportamento de risco.

 

Os cuidados para evitar o mosquito também estão na ordem do dia, entre eles fazer a limpeza semanal da casa, evitando acúmulo de lixo e água parada, evitar locais com mosquitos, manter portas e janelas veladas com telas e usar roupas que pouco exponham o corpo, lembrando ainda que o mosquito tem hábitos diurnos e gosta de picar nas primeiras horas da manhã. Todos estes pequenos cuidados valem uma vida sem sofrimento para você e seu bebê.

 

A Diretoria

 
 

Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio de Americana e Região

Trabalhador Conscientizado, Sindicato Transformado!