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OLHO NO OLHO!

 

 

AMEAÇA DO CLIMA TEM GÊNERO!

 

Uma discussão cada vez mais presente e intensa em debates mundiais é a relação entre gênero e clima. Na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP26), realizada em 2021 em Glasgow, na Escócia, o presidente do evento, Alok Sharma, afirmou em seu discurso inicial que as mulheres correspondem a 80% dos deslocados por desastres e mudanças climáticas em todo o mundo. Isso porque, segundo relatório do grupo Women in Finance Climate Action, as consequências das mudanças climáticas intensificam as desigualdades e vulnerabilidades da sociedade, nas quais as mulheres estão inseridas.

 

Até 2050, a espiral recessiva das mudanças climáticas empurrará mais 158 milhões de mulheres e meninas para a pobreza e levará mais 236 milhões de mulheres à fome. A crise climática alimentará a escalada de conflitos e a migração forçada, em um contexto de política excludente e contra o direito de mulheres, pessoas refugiadas e outros grupos marginalizados, que se expande a cada dia.

 

Precisamos urgente alcançar o patamar das ações concretas para evitar essa crise anunciada, pressionando a sociedade e governo, para que façam sua lição de casa, para que entendam de uma vez que ampliar a liderança e o engajamento feminino traz benefícios a longo prazo, além de ser essencial para o sucesso da conservação e a manutenção do planeta que dividimos.

 

Assim, já passou a hora de reconhecer os direitos, o trabalho e o conhecimento feminino, fazer a redistribuição dos recursos econômicos, abrir alas para a representação das mulheres, além de reparar as desigualdades e injustiças históricas.

 

Hoje, apesar das extremas desigualdades e os impactos das mudanças climáticas afetarem mulheres ao redor do mundo, a voz feminina não está presente nas tomadas de decisão e nos espaços de poder.

 

Estamos esperando o quê???

 

A Diretoria


 

AS MULHERES NAS ELEIÇÕES 2024

 

No Brasil, o número de mulheres aptas ao voto é superior ao dos homens, mas a participação delas como candidatas a cargos eletivos na política é quase irrisória.

 

A discriminação de gênero sofrida na política brasileira é latente, candidatas qualificadas são negligenciadas em favor de candidatos masculinos. Escândalos abalam a integridade do processo democrático, evidenciando a exclusão de mulheres, por parte de alguns partidos.

 

Agora, o anúncio do TSE sobre a intensificação na fiscalização da cota de gênero nas eleições de 2024, reflete uma resposta diante dos desafios enfrentados pelas mulheres na política.

Mas, somente isso não basta, é necessário que as mulheres brasileiras se disponham corajosamente a entrar pra valer no jogo político, uma vez que participar ativamente da política, no Brasil de hoje, parece significar entrar em um jogo de interesses pessoais em que a ética, a moralidade e a honradez não fazem parte das regras.


A sociedade aguarda para ver como as mulheres responderão ao chamamento das urnas em 2024, na esperança de que a fiscalização mais rigorosa resulte em uma representação mais equitativa e justa no próximo pleito, visto que a sociedade tem muito a ganhar ao investir na liderança feminina, disposta a quebrar tabus e meter sua colher em todos os assuntos (graças a Deus).

 

A Diretoria

 


ESTAMOS PRONTOS PARA 2024!

 

2024 não será diferente dos outros anos! Os desafios aos trabalhadores continuam firmes e fortes. Solução para as agendas previdenciárias e trabalhistas estão no topo da pauta, exigindo mobilização e negociação, divulgação das propostas trabalhistas, denúncia a ataques e direitos, convencimento da sociedade e congresso.

 

Muito trabalho a ser realizado em conjunto por centrais, federações, sindicatos, a linha de frente na defesa dos interesses dos trabalhadores em qualquer instância nacional. Chamar, convocar os trabalhadores para a luta, também continua sendo prioridade, pois, a força da união de todos costuma ser inquebrantável.

 

Muitos itens ainda continuam fazendo parte da grande lista de preocupações sem solução, como relações não formalizadas, longas jornadas, riscos do trabalho, proteção social etc...

 

O fato é que, como sempre, iremos lutar, mobilizar, discutir e negociar. Nós, os sindicalistas, representamos a força de trabalho do Brasil e nos faremos ouvir. Também somos trabalhadores e vamos lutar para que o Brasil, seja de todos nós, seja mais justo, com trabalho, renda, moradia, transporte dignos.

Que venha 2024... estamos prontos!

 

A Diretoria

 
 

Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio de Americana e Região

Trabalhador Conscientizado, Sindicato Transformado!