Home
SEAAC Blog
SEAAC Twitter
Olho no Olho
Base/Atendimento
Presidenta
Diretoria
Categorias
Acordos por Empresa
Acordos PPR
Jurídico
Homologações
Currículos
Parcerias
Info da Hora
Seaac Acontece
Associe-se Já!
Cadastro Empresa
Convenções Coletivas

 

OLHO NO OLHO!

 

 

500.000 É UM NÚMERO SURREAL!

 

Gente que número é esse? É real? É fictício? Deve ser fictício, porque a falta de clareza sobre o quadro real não permite políticas públicas de enfrentamento adequadas ao “resfriadinho” e sustenta uma falsa sensação de controle da doença que certamente já matou muito mais.

 

O fato é que temos convivido há cerca de um ano e meio com uma série desastrosa de atos irresponsáveis e criminosos por parte do governo federal, que tenta de todas as maneiras possíveis e imagináveis desinformar, prescrever remédios ineficazes, mas vantajosos para alguns empresários, criar dificuldades para a aquisição de vacinas, desestimular os cuidados sanitários, aprofundar a crise econômica em razão da lenta vacinação em massa, escarnecer das famílias enlutadas, ofender aqueles que cumprem as normas para evitar contaminações, paralisar o ministério da saúde, tratando a pandemia como uma conspiração da oposição para vencer as próximas eleições. Um quadro surreal!

 

O fato é que, lamentavelmente, estamos sendo governados por políticos desgovernados, apoiados por uma expressiva parcela da sociedade, que acredita natural a morte de 500 mil brasileiros e não sente nenhuma empatia por outros milhões que sobreviveram carregando sequelas, nem pelo luto das famílias atingidas ou o temor por falta de vacinas, temor de perder seu emprego, temor de enfrentar aglomerações nos transportes públicos para chegar ao trabalho. Temor de trazer o vírus para casa e muitos outros medos. Graças ao governo federal entramos numa noite que parece não ter fim, um pesadelo!

 

O Brasil tem acumulado erros e mais erros no combate á pandemia e estudos conduzidos por cientistas brasileiros - no momento a classe mais desacreditada pelo governo federal – indicam que a subnotificação tanto de óbitos quanto de infectados atinge altos patamares.

 

O número mais realista de óbitos deve na verdade estar na casa dos 700 mil, não estando afastada a possibilidade de chegar a 1 milhão até o final deste ano, segundo a médica infectologista Dr. Ana Luiz Bierrenbach, autora de estudo sobre a subnotificação no país, que indica que o Brasil tem pelo menos 30% mais mortes e 60% mais infectados, em uma estimativa conservadora.

 

Pois é... as palavras faltam diante desse quadro desolador. O que vamos fazer? Ficar assistindo?

 

A Diretoria


 

CPI AJUDARÁ BRASILEIROS CONSCIENTES A DECIDIR A PRÓXIMA ELEIÇÃO

 

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid-19 é uma vitória democrática, um instrumento fundamental para mostrar que outra estratégia seria possível no combate à pandemia no Brasil. Apesar das movimentações de Jair Bolsonaro para enfraquecer a instalação da CPI, a comissão foi criada oficialmente pelo Senado. A CPI é considerada uma das maiores derrotas políticas do governo federal até agora. 

 

Um aspecto da CPI da Pandemia que a diferencia de comissões parlamentares de inquérito instaladas nos últimos anos é seu alto grau de acompanhamento pela população, já que apura responsabilidades na gestão de uma pandemia que está provocando centenas de milhares de mortes.

 

A CPI tem demonstrado que, se o governo federal tivesse unificado os esforços, constituído o comitê de especialistas, estabelecido o distanciamento social, o isolamento em diferentes graus, fechado as fronteiras, feito testagem em massa etc poderia ter protegido a sociedade brasileira da atual tragédia sanitária.

 

Dia a dia a CPI mostra a omissão de Bolsonaro na pandemia, insistindo na questão dos medicamentos ineficazes e até mesmo prejudiciais, gastando em compras destes remédios valores incompatíveis, desinformando e induzindo o povo ao desrespeito das regras sanitárias, negando sistematicamente a realidade entre muitas outras atitudes indignas de um presidente.

 

Os parlamentares não governistas tem trabalhado para mostrar a população brasileira esse equívoco na condução de uma emergência sanitária. Até porque Bolsonaro vai querer se apresentar como candidato ao Brasil novamente. E aí a população vai poder decidir tendo conhecimento de todos os fatos, de tudo o que ele fez, se vai querer passar mais quatro anos sob a presidência de um cidadão com essas péssimas características.

 

Estima-se que o núcleo bolsonarista da população, segue fechado em torno do presidente e não deve ser afetado pela CPI e não é um grupo desprezível, mas não assegura uma vitória eleitoral e esta é a grande esperança dos brasileiros conscientes.

A Diretoria


 

"LEÕES LIDERADOS POR BURROS"...

 

 

 ...é uma frase popularmente usada para descrever a infantaria britânica da Primeira Guerra Mundial e para culpar os generais que os lideraram. A controvérsia é que os bravos soldados (leões) foram enviados para a morte por líderes incompetentes e indiferentes (burros).

 

Esta frase foi usada hoje por Dominic Cummings, ex-assessor do primeiro ministro do Reino Unido, na versão inglesa da CPI da pandemia. Segundo ele, Boris Johnson é “inadequado” para ser primeiro-ministro do Reino Unido e tomou uma série de decisões pandêmicas desastrosas que significaram que “dezenas de milhares de pessoas morreram e não precisavam morrer”.

 

Ao longo do seu testemunho ao Parlamento, o ex-conselheiro deu um veredicto fulminante sobre a forma como a administração Johnson lidou com a pandemia e terminou com o pior número de mortos na Europa. O governo foi um exemplo de “leões conduzidos por burros”, disse ele textualmente.

 

Poderia perfeitamente ser um episódio da CPI brasileira mas, com uma séria agravante, pois, enquanto o primeiro ministro inglês foi capaz de realinhar sua postura e ações, o líder máximo brasileiro não deseja compreender, não deseja prestar atenção, não sente empatia pela dor alheia, não se importa e muito menos assume a responsabilidade pelas  quase 500 mil mortes brasileiras e ainda possui uma equipe afinada com sua postura equivocada e ditatorial.

 

Em nosso Congresso a CPI da pandemia caminha, uma vez que o apoio ao governo é minoritário, mas o risco de abreviação do mandato presidencial parece remoto. Depois de 4 semanas funcionado, o governo tem grande dificuldade em desviar o foco e dividir responsabilidades com governadores e prefeitos.

 

O resultado é a produção maciça de fatos e versões negativas à gestão Bolsonaro, seja pela conduta do presidente contrária a medidas de distanciamento social e o uso de máscaras, pelo promoção de aglomerações, pela defesa do uso de medicamentos sem eficácia científica comprovada no tratamento da doença ou por ações que prejudicaram a imunização mais célere da população.

 

A duração da CPI é de 90 dias, podendo estender-se, mas mesmo com ambiente político adverso para o atual governo e uma percepção de risco elevada para uma possível recomendação de indiciamento de Bolsonaro, analistas políticos veem baixas chances de abreviação do mandato do presidente, seja por impeachment, denúncia por crime comum, cassação via Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou renúncia.

 

Não é uma boa perspectiva, mas as eleições de 2022 estão, cada dia que passa, mais próximas. Vamos ver quanto o povo ainda aguenta.

 

A Diretoria


 

É PRECISO  INDIGNAR-SE!

 

O dia do Trabalho precisa ser lembrado pela sua importância histórica. EM 1886, com jornadas exaustivas e precárias condições, trabalhadores americanos fizeram paralisação para reivindicar mudanças. O movimento, combatido pesadamente, se espalhou pela Europa, onde os trabalhadores foram às ruas lutando por mais dignidade.

 

Passados tantos anos parece que os trabalhadores brasileiros precisam relembrar o fato histórico e refletir sobre o momento atual, olhando para frente e enxergando a necessidade de mudanças. Atravessamos um momento sombrio. A situação é delicada e preocupante. O governo age com reformas (ou demolição) trabalhista e previdenciária que elimina direitos e cria dificuldades de reação da classe operária.

 

A economia neoliberal (nome bonito e efeito feio), junto com a pandemia, tem afundado o trabalhador, mesmo o que está empregado. Quem está trabalhando não tem poder de reação. O piso salarial médio é de R$ 1.500,00 por mês. Péssimo. Ultrajante. Incapaz de oferecer dignidade à família. Mas com 15 milhões de desempregados sem perspectivas, se você reclamar e achar que o ruim está ruim, aparece alguém achando que este ruim é bom. A sua vaga é cobiçada por muita gente.

 

O movimento sindical sério e comprometido (porque como em todo lugar tem gente sem preocupação) apesar  das tentativas de se fazer ouvir, fala ao vento. Quem precisava escutar e reagir está sem força. O trabalhador se acomodou em sobreviver. Se acomodou com a miséria. Olha para fora e vê um cenário pior do que ele está vivendo. E, não existe mudança sem união de forças, indignação, coragem para dizer basta... chega!

 

Estamos aqui, diariamente fazendo nosso papel e prontos para ser a ferramenta para esta reação contra a miserabilização. Se em 1886 foi possível reagir, entendo que em 2021 também seja possível. Mas é preciso que cada um fique indignado. Não aceite o que está acontecendo!

 

Helena Ribeiro da Silva

 


 

DIA DO TRABALHO!

 

Muitos trabalhadores acreditam que não tem nada a comemorar neste Dia do Trabalho, estão desanimados com a grave crise sanitária/econômica/política que o país vive.  Além de desanimados, estão desiludidos com os políticos eleitos, que inebriados com o exercício do poder, perdem completamente a noção do público e privado, do certo e do errado.

 

Apesar disso, entretanto, não podemos deixar de lembrar que o poder da classe trabalhadora unida e mobilizada é tão grande que pode influenciar nas decisões tomadas nas instâncias do poder. O povo nas urnas dá o recado e pode mudar qualquer placar, errou, pode consertar.

 

Enquanto o trabalhador aguarda, “em guarda”, um desfecho para os problemas crônicos pandêmicos em curso, ele percebe que a democracia está sendo ameaçada, a economia afundada, a natureza dilapidada, os brasileiros morrendo como moscas, que as ações necessárias para conter o status atual não são suficientes, uma vez que apenas a corrida política para as próximas eleições interessam ao poder.

 

Mais do que nunca é bom lembrar que o sindicato de classe está atento e preparado para lutar pelo trabalhador, colocando a defesa do emprego, do salário e dos direitos no centro da estratégia contra os problemas políticos/econômicos.

 

Dentro do seu âmbito de atuação o SEAAC é um trabalhador como você e está à sua disposição, orgulhoso por ter plena consciência de que o trabalho enobrece, traz dignidade, desperta a cidadania, mobiliza, une; faz com que sejamos reconhecidos pelas nossas habilidades, pela nossa dedicação e pelo nosso conhecimento.

 

Acredite trabalhador, o Brasil tem solução e ela passa por nossas mãos. Juntos podemos modificar este país, através das nossas ações coletivas.

 

Um feliz Dia do Trabalho, um feliz Dia do Trabalhador!

 

A Diretoria


 

PERIGO REAL E IMINENTE!

 

A pandemia que vivemos há mais de um ano vem produzindo repercussões não apenas de ordem biomédica e epidemiológica em escala global, mas também impactos sociais, econômicos, políticos, culturais sem precedentes na história recente do planeta. Todas as nações estão sofrendo.

 

A estimativa de infectados e mortos concorre diretamente com o impacto sobre os sistemas de saúde, com a exposição de populações e grupos vulneráveis, a sustentação econômica do sistema financeiro e da população, a saúde mental das pessoas em tempos de confinamento e temor pelo risco de adoecimento e morte, acesso a bens essenciais como alimentação, medicamentos, transporte, entre outros.

 

A necessidade prementes de ações para contenção da mobilidade social como isolamento e quarentena, higiene, bem como a velocidade e urgência de testagem de medicamentos e vacinas são amplamente reconhecidas e aplicadas na grande maioria dos países, que hoje correm desesperados em busca de doses das vacinas que existem no mercado.

 

O governo federal brasileiro recusa-se a aceitar esse doloroso quadro, entendendo que a pandemia é apenas um mecanismo exagerado para acabar com suas chances de reeleição, praticando uma política negacionista, jogando contra todos que insistem em tomar as medidas tão necessárias para conter esse mal, que já matou 350 mil brasileiros, cerca de 3.700 por dia, um número inaceitável e assustador, pois, estamos falando de pessoas.

 

Está é uma imagem deprimente de nosso país, distorcida ainda mais pelas inúmeras manobras que o presidente, que professa amor a Deus e as armas, tenta fazer através de inúmeros aliados, minando as instituições que sustentam a democracia brasileira.

 

Os brasileiros de bem estão assustados, os investidores estão fugindo do país que parece naufragar. Até agora as instituições, com o apoio público, tem resistido aos ataques que tem sofrido, mas o perigos é real e iminente.

 

A Diretoria


 

BRASIL, UM PÁRIA INTERNACIONAL!

 

Após um ano vivendo sob a bandeira da pandemia, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse em 22/3 que o Brasil "vem dando exemplo" no combate à pandemia. "Estamos dando certo, apesar de um problema gravíssimo que enfrentamos desde o ano passado. Mas o Brasil vem dando exemplo. Somos um dos poucos países que está na vanguarda em busca de soluções", disse Bolsonaro, em Brasília.

 

A fala digna de um ser delirante, aconteceu no dia seguinte ao recorde na média de óbitos por covid-19 no país e na pior semana da pandemia, considerando que morreram, em média, 2.255 pessoas por dia em decorrência da doença, de acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa, porque os dados do ministério do trabalho não são confiáveis.

 

O país atravessa um momento sombrio da covid-19, com negacionismo, má gestão e crise econômica como pano de fundo, cujo gatilho é a eleição 2022.

 

Perspectivas de superação são desalentadoras e especialistas avisam que 2021 será ainda pior, o que já vem se confirmando, uma vez que parte do governo e sociedade não colaboram para a erradicação do mal, achando que as medidas de distanciamento social que produzem o mal desempenho da economia é apenas um motivo para que percam o páreo eleitoral.

 

Até mesmo os economistas, supostamente algozes da vida em favor do mercado, já se posicionaram contra este cenário criado pelo governo federal, através de carta aberta, na qual mostram sua indignidade. Infelizmente os desmando não param, as aglomerações não cessam.

 

Um dos resultados do descaso do Brasil com medidas de distanciamento foi revelado ao mundo com o surgimento de uma mutação da covid-19 em Manaus. A variedade, batizada de P1, é mais contagiosa e vem mostrando potencial de maior letalidade. Além do Brasil se tornar um risco ao mundo, como decretou a OMS, a variedade P1 sequer foi detectada no Brasil. Foram cientistas japoneses que identificaram a nova cepa em um brasileiro.

Assim, nosso país se torna um pária internacional!

 

A Diretoria


 

POLÍTICA VIRULENTA!

 

Depois de quase sete anos de operação, 79 fases, 1.450 mandados de busca e apreensão, 211 conduções coercitivas, 132 mandados de prisão preventiva, 163 mandados de prisão temporária, 130 denúncias, 533 acusados, 278 condenações, mais de R$ 4,3 bilhões devolvidos por meio de 209 acordos de colaboração e 17 de leniência, acaba a operação Lava Jato, sem nenhum indício de protesto popular. A sobrevivência no meio de uma pandemia catastrófica ocupa a mente do brasileiro comum, que mal sabe o que acontece.

 

Lançada em março de 2014 com foco em investigar desvios na Petrobras, a Lava Jato acabou abalando de maneira dura as estruturas do sistema político em seus primeiros quatro anos, colocando dirigentes partidários, dois ex-presidentes, ex-ministros e figuras influentes do mundo político e empresarial no banco dos réus; revelando as entranhas de mecanismos de corrupção e colecionando elogios e críticas ao longo do processo. Mas o fim silencioso da força-tarefa, um mês e meio antes de seu sétimo aniversário, contrasta com o barulho que a operação provocou em anos anteriores.

 

Muitos devem estar dormindo tranquilos, aqueles que estavam na mira da operação, como o deputado Artur Lira, por exemplo, e aqueles cujo objetivo específico era implodir a operação, como o procurador Augusto Aras, dando assim mais liberdade de movimentos para muitos políticos que estão tocando a “boiada”, fazendo leis que impeçam sua prisão ou perda de mandato, seja a que pretexto for.

 

Um fim melancólico para o núcleo paranaense da operação que tentou mudar uma antiga máxima: Aos amigos tudo, aos inimigos a Lei. Este é o país no qual vivemos, assolado por todos os lados pela corrupção, ignorância e malvadeza.

 

Assim, enquanto convivemos com um vírus estúpido que mata desenfreadamente seu próprio hospedeiro e morre com ele, uma parcela virulenta de nossos políticos, legisla em causa própria. Fica a questão: depois que a maioria da população morrer, quem vai trabalhar para que estas pessoas sintam-se poderosas e acima dos demais?

 

A Diretoria


 

A FORÇA DE SER MULHER!

 

As mulheres estão na linha de frente da crise da COVID-19 como profissionais de saúde, cuidadoras, inovadoras, organizadoras comunitárias e algumas das líderes nacionais mais exemplares e eficazes no combate à pandemia. A crise destacou tanto a centralidade de suas contribuições quanto os fardos desproporcionais que as mulheres carregam.

 

O efeito devastador da Covid-19 sobre o mercado de trabalho atinge principalmente as mulheres com perda de renda e emprego, a grande maioria responsável por cuidar dos filhos e da casa. Com as crianças fora das escolas, muitas mulheres entraram em um impasse ao terem que assumir ainda mais as tarefas do lar enquanto trabalham. Além disso, também fazem parte de grupos profissionais especialmente expostos à Covid-19, como trabalhadoras domésticas e enfermeiras. 

 

As mulheres tem cumprido exemplarmente uma jornada exaustiva de trabalhos, acompanhando o desenvolvimento escolar dos filhos, cuidando dos idosos dentro de casa, além de administrar as preocupações relacionadas ao próprio vírus (iminência de contaminação, necessidade de mudanças de hábitos de higiene, redução de convívio social, familiares adoecidos etc.

 

E, como se não bastasse a sobrecarga física e mental, as mulheres também ficaram mais vulneráveis à violência doméstica durante esse período, com o número de denúncias e casos de feminicídio disparando nos meses de maior isolamento social.

 

Mas, um mundo desafiado é um mundo alerta e pelo desafio construímos as mudanças. As mulheres não fogem de desafios, ajudam a construir um mundo mais digno, com igualdade de gênero e justiça, apesar de toda a maré contra.

Por isso, comemore as conquistas das mulheres – suas conquistas - neste Dia Internacional das Mulher – 8 de Março - aumente a consciência contra o preconceito, injustiças, desmandos, continue extraindo sua força do fato de ser MULHER!

 

A Diretoria


 

SATISFEITO COM A VIDA?

 

O medo do desemprego e da pandemia aumentou e a satisfação com a vida diminuiu entre os brasileiros. É o óbvio não? Como pode o brasileiro estar satisfeito vivendo em uma situação política, econômica e social caótica, que poderia ter sido evitada?

A frustração com o mercado de trabalho é enorme e reflete o fraco desempenho da economia brasileira, sendo pior entre as pessoas com mais de 45 anos de idade, com menor grau de instrução e mulheres. Isto só faz cair o índice de satisfação com a vida, que se mostra ainda maior entre as pessoas que têm curso superior. 

 

Este estado de espírito dos brasileiros influencia diretamente o consumo e comportamento das famílias; pessoas menos satisfeitas com a vida e com medo de perder o emprego tendem a reduzir o consumo e deixar de respeitar as regras sociais da pandemia, o que aumenta as dificuldades de recuperação da economia e um colapso na saúde, criando um círculo vicioso.

 

Some-se a isso todos os desmandos que estão sendo perpetrados contra os cidadãos de bem por conta das eleições em 2022, por um líder que acredita que os políticos elegíveis desejam sabotar o mercado com lockdowns para que o governo seja derrubado. Pura paranoia.

 

Infelizmente, todos os políticos que neste momento estão legislando contra vida, não estão ajudando a economia;  foram eleitos e empossados com o aval da população, que pouco esclarecida, sem estudo, sem saúde, sem emprego, sem moradia, sem previdência, sem paciência para suportar tanta corrupção lhes deu o seu voto de confiança para que hoje façam tantos desmandos, provocando a perda de centenas de milhares de vidas que estão morrendo ou ficando sequeladas por causa da covid-19.

 

A Diretoria


 

“V” DE VERGONHA, “I” DE IMPEACHMENT!

 

O que é que pode justificar, neste momento, que o Brasil, que já foi vanguarda exemplar em campanhas de vacinação, não tenha as vacinas disponíveis para a sua população? A resposta é bem simples e óbvia: negação, incompetência, improviso e falta de respeito à vida na gestão da pandemia; uma vergonha que atinge o povo brasileiro que vive uma tragédia sem precedentes e a imagem do país frente a comunidade mundial.

Notícias falsas continuam sendo compartilhadas provocando o caos da desinformação, levando muitos a afirmar que não irão se vacinar, levando outros tantos a acreditar que existem medicamentos preventivos, levando mais outros a negar a existência da pandemia e a letalidade do vírus e as ações destes grupos são catastróficas, desmobilizando a aceitação da vacinação, ceifando vidas por onde passam.

Aceitar tomar a vacina é uma postura ética, porque envolve a preservação da própria vida e a vida do semelhante próximo. Por que isso é tão difícil de entender? Além dos mais, a recuperação da economia passa pela vacinação em massa, o único método cientificamente comprovado para controlar a disseminação do corona e restabelecer alguma normalidade no dia a dia da sociedade civil.

Por outro lado, entretanto, existem também outros tantos que estão doidos para se vacinar e furam a fila, como políticos, pessoas vips, profissionais de saúde que não atuam na linha de frente e vai por aí, brasileiros que insistem em levar vantagem em tudo, uma velha máxima da república.

O fato é que a curto prazo a pandemia irá agravar-se ainda mais, porque não há vacina suficiente para ser distribuída. Para o governo isso é interessante, porque quanto mais a pandemia durar, menos ele terá de responder pela crise econômica.

Assim, a desorganização e o descaso vão continuar em ritmo crescente em todas as instâncias da política nacional, enquanto o impeachment continua arquivado no Congresso.

 

A Diretoria

 
 

Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio de Americana e Região

Trabalhador Conscientizado, Sindicato Transformado!