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OLHO NO OLHO!

 

 

PERIGO REAL E IMINENTE!

 

A pandemia que vivemos há mais de um ano vem produzindo repercussões não apenas de ordem biomédica e epidemiológica em escala global, mas também impactos sociais, econômicos, políticos, culturais sem precedentes na história recente do planeta. Todas as nações estão sofrendo.

 

A estimativa de infectados e mortos concorre diretamente com o impacto sobre os sistemas de saúde, com a exposição de populações e grupos vulneráveis, a sustentação econômica do sistema financeiro e da população, a saúde mental das pessoas em tempos de confinamento e temor pelo risco de adoecimento e morte, acesso a bens essenciais como alimentação, medicamentos, transporte, entre outros.

 

A necessidade prementes de ações para contenção da mobilidade social como isolamento e quarentena, higiene, bem como a velocidade e urgência de testagem de medicamentos e vacinas são amplamente reconhecidas e aplicadas na grande maioria dos países, que hoje correm desesperados em busca de doses das vacinas que existem no mercado.

 

O governo federal brasileiro recusa-se a aceitar esse doloroso quadro, entendendo que a pandemia é apenas um mecanismo exagerado para acabar com suas chances de reeleição, praticando uma política negacionista, jogando contra todos que insistem em tomar as medidas tão necessárias para conter esse mal, que já matou 350 mil brasileiros, cerca de 3.700 por dia, um número inaceitável e assustador, pois, estamos falando de pessoas.

 

Está é uma imagem deprimente de nosso país, distorcida ainda mais pelas inúmeras manobras que o presidente, que professa amor a Deus e as armas, tenta fazer através de inúmeros aliados, minando as instituições que sustentam a democracia brasileira.

 

Os brasileiros de bem estão assustados, os investidores estão fugindo do país que parece naufragar. Até agora as instituições, com o apoio público, tem resistido aos ataques que tem sofrido, mas o perigos é real e iminente.

 

A Diretoria


 

BRASIL, UM PÁRIA INTERNACIONAL!

 

Após um ano vivendo sob a bandeira da pandemia, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse em 22/3 que o Brasil "vem dando exemplo" no combate à pandemia. "Estamos dando certo, apesar de um problema gravíssimo que enfrentamos desde o ano passado. Mas o Brasil vem dando exemplo. Somos um dos poucos países que está na vanguarda em busca de soluções", disse Bolsonaro, em Brasília.

 

A fala digna de um ser delirante, aconteceu no dia seguinte ao recorde na média de óbitos por covid-19 no país e na pior semana da pandemia, considerando que morreram, em média, 2.255 pessoas por dia em decorrência da doença, de acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa, porque os dados do ministério do trabalho não são confiáveis.

 

O país atravessa um momento sombrio da covid-19, com negacionismo, má gestão e crise econômica como pano de fundo, cujo gatilho é a eleição 2022.

 

Perspectivas de superação são desalentadoras e especialistas avisam que 2021 será ainda pior, o que já vem se confirmando, uma vez que parte do governo e sociedade não colaboram para a erradicação do mal, achando que as medidas de distanciamento social que produzem o mal desempenho da economia é apenas um motivo para que percam o páreo eleitoral.

 

Até mesmo os economistas, supostamente algozes da vida em favor do mercado, já se posicionaram contra este cenário criado pelo governo federal, através de carta aberta, na qual mostram sua indignidade. Infelizmente os desmando não param, as aglomerações não cessam.

 

Um dos resultados do descaso do Brasil com medidas de distanciamento foi revelado ao mundo com o surgimento de uma mutação da covid-19 em Manaus. A variedade, batizada de P1, é mais contagiosa e vem mostrando potencial de maior letalidade. Além do Brasil se tornar um risco ao mundo, como decretou a OMS, a variedade P1 sequer foi detectada no Brasil. Foram cientistas japoneses que identificaram a nova cepa em um brasileiro.

Assim, nosso país se torna um pária internacional!

 

A Diretoria


 

POLÍTICA VIRULENTA!

 

Depois de quase sete anos de operação, 79 fases, 1.450 mandados de busca e apreensão, 211 conduções coercitivas, 132 mandados de prisão preventiva, 163 mandados de prisão temporária, 130 denúncias, 533 acusados, 278 condenações, mais de R$ 4,3 bilhões devolvidos por meio de 209 acordos de colaboração e 17 de leniência, acaba a operação Lava Jato, sem nenhum indício de protesto popular. A sobrevivência no meio de uma pandemia catastrófica ocupa a mente do brasileiro comum, que mal sabe o que acontece.

 

Lançada em março de 2014 com foco em investigar desvios na Petrobras, a Lava Jato acabou abalando de maneira dura as estruturas do sistema político em seus primeiros quatro anos, colocando dirigentes partidários, dois ex-presidentes, ex-ministros e figuras influentes do mundo político e empresarial no banco dos réus; revelando as entranhas de mecanismos de corrupção e colecionando elogios e críticas ao longo do processo. Mas o fim silencioso da força-tarefa, um mês e meio antes de seu sétimo aniversário, contrasta com o barulho que a operação provocou em anos anteriores.

 

Muitos devem estar dormindo tranquilos, aqueles que estavam na mira da operação, como o deputado Artur Lira, por exemplo, e aqueles cujo objetivo específico era implodir a operação, como o procurador Augusto Aras, dando assim mais liberdade de movimentos para muitos políticos que estão tocando a “boiada”, fazendo leis que impeçam sua prisão ou perda de mandato, seja a que pretexto for.

 

Um fim melancólico para o núcleo paranaense da operação que tentou mudar uma antiga máxima: Aos amigos tudo, aos inimigos a Lei. Este é o país no qual vivemos, assolado por todos os lados pela corrupção, ignorância e malvadeza.

 

Assim, enquanto convivemos com um vírus estúpido que mata desenfreadamente seu próprio hospedeiro e morre com ele, uma parcela virulenta de nossos políticos, legisla em causa própria. Fica a questão: depois que a maioria da população morrer, quem vai trabalhar para que estas pessoas sintam-se poderosas e acima dos demais?

 

A Diretoria


 

A FORÇA DE SER MULHER!

 

As mulheres estão na linha de frente da crise da COVID-19 como profissionais de saúde, cuidadoras, inovadoras, organizadoras comunitárias e algumas das líderes nacionais mais exemplares e eficazes no combate à pandemia. A crise destacou tanto a centralidade de suas contribuições quanto os fardos desproporcionais que as mulheres carregam.

 

O efeito devastador da Covid-19 sobre o mercado de trabalho atinge principalmente as mulheres com perda de renda e emprego, a grande maioria responsável por cuidar dos filhos e da casa. Com as crianças fora das escolas, muitas mulheres entraram em um impasse ao terem que assumir ainda mais as tarefas do lar enquanto trabalham. Além disso, também fazem parte de grupos profissionais especialmente expostos à Covid-19, como trabalhadoras domésticas e enfermeiras. 

 

As mulheres tem cumprido exemplarmente uma jornada exaustiva de trabalhos, acompanhando o desenvolvimento escolar dos filhos, cuidando dos idosos dentro de casa, além de administrar as preocupações relacionadas ao próprio vírus (iminência de contaminação, necessidade de mudanças de hábitos de higiene, redução de convívio social, familiares adoecidos etc.

 

E, como se não bastasse a sobrecarga física e mental, as mulheres também ficaram mais vulneráveis à violência doméstica durante esse período, com o número de denúncias e casos de feminicídio disparando nos meses de maior isolamento social.

 

Mas, um mundo desafiado é um mundo alerta e pelo desafio construímos as mudanças. As mulheres não fogem de desafios, ajudam a construir um mundo mais digno, com igualdade de gênero e justiça, apesar de toda a maré contra.

Por isso, comemore as conquistas das mulheres – suas conquistas - neste Dia Internacional das Mulher – 8 de Março - aumente a consciência contra o preconceito, injustiças, desmandos, continue extraindo sua força do fato de ser MULHER!

 

A Diretoria


 

SATISFEITO COM A VIDA?

 

O medo do desemprego e da pandemia aumentou e a satisfação com a vida diminuiu entre os brasileiros. É o óbvio não? Como pode o brasileiro estar satisfeito vivendo em uma situação política, econômica e social caótica, que poderia ter sido evitada?

A frustração com o mercado de trabalho é enorme e reflete o fraco desempenho da economia brasileira, sendo pior entre as pessoas com mais de 45 anos de idade, com menor grau de instrução e mulheres. Isto só faz cair o índice de satisfação com a vida, que se mostra ainda maior entre as pessoas que têm curso superior. 

 

Este estado de espírito dos brasileiros influencia diretamente o consumo e comportamento das famílias; pessoas menos satisfeitas com a vida e com medo de perder o emprego tendem a reduzir o consumo e deixar de respeitar as regras sociais da pandemia, o que aumenta as dificuldades de recuperação da economia e um colapso na saúde, criando um círculo vicioso.

 

Some-se a isso todos os desmandos que estão sendo perpetrados contra os cidadãos de bem por conta das eleições em 2022, por um líder que acredita que os políticos elegíveis desejam sabotar o mercado com lockdowns para que o governo seja derrubado. Pura paranoia.

 

Infelizmente, todos os políticos que neste momento estão legislando contra vida, não estão ajudando a economia;  foram eleitos e empossados com o aval da população, que pouco esclarecida, sem estudo, sem saúde, sem emprego, sem moradia, sem previdência, sem paciência para suportar tanta corrupção lhes deu o seu voto de confiança para que hoje façam tantos desmandos, provocando a perda de centenas de milhares de vidas que estão morrendo ou ficando sequeladas por causa da covid-19.

 

A Diretoria


 

“V” DE VERGONHA, “I” DE IMPEACHMENT!

 

O que é que pode justificar, neste momento, que o Brasil, que já foi vanguarda exemplar em campanhas de vacinação, não tenha as vacinas disponíveis para a sua população? A resposta é bem simples e óbvia: negação, incompetência, improviso e falta de respeito à vida na gestão da pandemia; uma vergonha que atinge o povo brasileiro que vive uma tragédia sem precedentes e a imagem do país frente a comunidade mundial.

Notícias falsas continuam sendo compartilhadas provocando o caos da desinformação, levando muitos a afirmar que não irão se vacinar, levando outros tantos a acreditar que existem medicamentos preventivos, levando mais outros a negar a existência da pandemia e a letalidade do vírus e as ações destes grupos são catastróficas, desmobilizando a aceitação da vacinação, ceifando vidas por onde passam.

Aceitar tomar a vacina é uma postura ética, porque envolve a preservação da própria vida e a vida do semelhante próximo. Por que isso é tão difícil de entender? Além dos mais, a recuperação da economia passa pela vacinação em massa, o único método cientificamente comprovado para controlar a disseminação do corona e restabelecer alguma normalidade no dia a dia da sociedade civil.

Por outro lado, entretanto, existem também outros tantos que estão doidos para se vacinar e furam a fila, como políticos, pessoas vips, profissionais de saúde que não atuam na linha de frente e vai por aí, brasileiros que insistem em levar vantagem em tudo, uma velha máxima da república.

O fato é que a curto prazo a pandemia irá agravar-se ainda mais, porque não há vacina suficiente para ser distribuída. Para o governo isso é interessante, porque quanto mais a pandemia durar, menos ele terá de responder pela crise econômica.

Assim, a desorganização e o descaso vão continuar em ritmo crescente em todas as instâncias da política nacional, enquanto o impeachment continua arquivado no Congresso.

 

A Diretoria

 
 

Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio de Americana e Região

Trabalhador Conscientizado, Sindicato Transformado!