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OLHO NO OLHO

MENSAGEM PARA VOCÊ!

 

Se pudesse deixar algum presente à você deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos.
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora.
Lembraria os erros que foram cometidos pra que não mais se repetissem.
Deixaria para você, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável:
Além do pão... o trabalho.
Além do trabalho...a ação.
E, quando tudo mais faltasse, um segredo:
o de buscar no interior de si mesmo
a resposta e a força para encontrar a saída.

(Mahatma Ghandi) 

Desejamos a todos um Feliz Natal e um próspero Ano, repleto de justiça social!

A Diretoria

 


INTERATIVIDADE

 

Hoje, apesar dos problemas de inclusão digital que ainda existem no país, a internet é considerada o meio de comunicação mais democrático da atualidade. Seu alcance supera a tiragem dos jornais diários no Brasil.

 

Os telecentros, as lanhouses e os programas de financiamento de computadores aliados a políticas municipais de abertura de sinais sem fio gratuitos estão permitindo que a Internet avance em direção à maioria da população.

 

Tudo pode e deve ser discutido através da internet. A credibilidade da web vem da reputação dos sites e blogs que garantem uma diversidade de informações e opiniões sem precedentes, todos comprometidos com a manutenção de uma reputação honesta, único item que lhes garante audiência.

 

Portanto, hoje, uma entidade que não está conectada com seu público na web, está completamente fora de sintonia com o cenário de comunicação no qual vivemos. E, a tendência é de uma comunicação que caminha em uma via de mão dupla, ida e volta de informações, falando e recebendo respostas e questões. A rede digital hoje, exige interatividades e este é um caminho sem volta.

 

As entidades tem de se abrir para atuar através de sites, blogs e redes sociais, sem medo de enfrentar questionamentos e sempre com respostas claras quando confrontadas. Nem pensar em enganar o leitor, uma reputação perdida na internet, dificilmente pode ser recuperada!

 

A diretoria


 

SINDICATO FAZ ANIVERSÁRIO?

 

Há 20 anos comemoramos no dia 19 de novembro a existência de uma idéia, que nasceu de um grupo de pessoas em um determinado momento na sua relação de trabalho. Idéia pautada na necessidade de ser representado nas questões trabalhista de “outra maneira”.

 

Essas pessoas se reuniram, encontraram outras com o mesmo desejo e foram em busca daquilo que consideravam mais adequado em relação aos direitos conquistados e aqueles que ainda estavam por vir. Esta idéia coberta de vontades, cercada de muito suor e dedicação gerou frutos. E são exatamente os frutos plantados, cuidados e colhidos por essas pessoas que comemoramos a cada ano.

 

Momentos como as datas comemorativas que marcam a nossa jornada histórica, servem para refletir sobre as escolhas e aprofundar as buscas. O conjunto de razões que nos guiam desde o início, antes mesmo do nome “SEAAC” existir, é nossa bússola, incluindo desde o mais simples atendimento telefônico até a mais complexa negociação de direitos para os trabalhadores.

 

Este ano temos muitos frutos desse ideal para festejar. Como sabemos, os sindicatos assumem atualmente um papel primordial na nossa sociedade face às graves crises econômicas e políticas que assistimos;  é vital no equilíbrio de duas forças: trabalho e capital. E faz tudo isso a partir da sua atuação na sociedade e nas negociações de direitos.

 

Portanto, o SEAAC de AMERICANA e REGIÃO se considera vitorioso no âmbito das negociações individuais e coletivas, por fazer valer os direitos conquistados, quando necessário através das ações de cumprimento, ainda que muitas vezes, por isso, algumas armas se voltem contra a organização dos trabalhadores.

 

Como entidade sindical sabemos da necessidade de participar ativamente da sociedade e, ampliando nosso olhar, defender políticas públicas adequadas em todas as áreas, participando da construção de uma lógica social na qual nossas conquistas tenham de fato eficácia, por isso participamos dos Conselhos de Direitos.

 

Além de um atendimento humanizado, o SEAAC oferece parceria com Salões de Beleza de alta qualidade; mantém todo ano na “volta às aulas” o fornecimento de material escolar paras os filhos dos associados e associadas; participa de Campeonato de Futebol, além de muitas outras atividades de formação e qualificação.

 

E é exatamente o aniversário deste ideal que comemoramos, o aniversário da associação de trabalhadores que tem como função defender os seus interesses e direitos.  Assim sendo, é claro que um sindicato faz aniversário, sim!

 

Helena Ribeiro da Silva

Presidenta


Completamos 20 anoS DE CONQUISTAS!

 

Dia 19 de novembro é o dia do aniversário de fundação do SEAAC de Americana e Região e temos motivos para comemorar! 

 

O SEAAC AM, por si só, já é uma grande conquista, pois, foi forjado pela necessidade dos trabalhadores de terem uma representação sólida frente aos patrões e a sociedade.  Nossa luta, em todos estes anos, para representar tantos trabalhadores com dignidade e defender a qualidade de trabalho e de vida das categorias que assumimos tem sido constante embora algumas vezes os avanços sejam lentos. Mas avançamos!

 

Hoje, representamos 14 categorias profissionais e aprendemos a duras penas a negociar em mesas inflexíveis. Temos nos preparado a cada ano com afinco para alcançar nosso melhor desempenho frente aos patrões. Os resultados se confirmam através de convenções coletivas que melhoram paulatinamente a vida do trabalhador e melhorando a vida do trabalhador estamos melhorando a vida de nosso país.

 

Temos trabalhado também para fazer de nosso Sindicato uma entidade cidadã, preocupada não somente com os problemas do trabalho, mas também com os problemas sociais que atingem os trabalhadores. Estamos engajados em campanhas de prevenção à aids, de combate à violência contra a mulher, distribuímos kit escolar para nossas crianças, informamos os assuntos de interesse direto do trabalhador e sempre que  possível pensamos no lazer, pois ninguém é de ferro.

 

Participamos também das grandes manifestações em defesa do emprego, da redução da jornada de trabalho, pelo fim do fator previdenciário, pelo aumento do salário mínimo e das discussões com integrantes dos governos, fortalecendo desse modo a luta dos trabalhadores por uma sociedade mais justa e igualitária.

 

Assim, após 20 anos de existência, temos um sindicato forte e participativo, que sabe como deve ser sua postura política no âmbito das negociações e sabe utilizar os instrumentos de luta no seu devido momento.

 

Você trabalhador e os membros do sindicato, que se dispõem voluntariamente a lutar pelos interesses da categoria, seja na base, seja na diretoria, seja frente à sociedade, estão de parabéns por esses significativos 20 anos!

 

A Diretoria


 

A CONTABILIDADE DOS DIREITOS TRABALHISTAS

 

 O SEAAC de Americana e Região encontra-se hoje em um momento confortável, em que pode dividir com os trabalhadores as conquistas da categoria de Contabilidade e Assessoramento. Acreditamos que quando o Sindicato conquista algo importante através da Convenção Coletiva de Trabalho está alterando as vidas dos trabalhadores e trabalhadoras para melhor, mas, além disso, está  mudando a história do país.

 

 É difícil computar quanto nas últimas décadas os direitos trabalhistas avançaram, mas é exatamente com estes “cálculos” em mente que nós sindicalistas entramos numa negociação coletiva.  As escolhas feitas frente aos nossos opositores, quando o assunto é debater direitos do trabalhador, estão pautadas na história construída por todos nós, pelo trabalhador no seu local de trabalho e pelo sindicato na hora de se relacionar com o trabalhador.

 

E relacionar-se significa além dos momentos de encontro, em que ouvir as demandas e orientá-las de maneira correta são essenciais para que o trabalhador transforme as leis que estão no papel em direito de fato, também a hora de mediar frente ao patronal a luta pelos direitos de um grupo de pessoas.

 

É exatamente pensando em melhor representá-los que ano após ano o SEAAC de Americana e Região adota critérios considerados rígidos por alguns, mas que na verdade revelam a preocupação com questões que estão além de individualidades. Por isso, a Convenção Coletiva de Trabalho 2010/2011 ainda se encontra no Tribunal para julgamento, por conta da necessidade que tínhamos de ampliar as conquistas, fazendo-nos buscar outras saídas.

 

Dentro do que nos dispomos a fazer, podemos dizer que houve um grande avanço com relação a 2011/2012, haja vista que nas negociações podemos nos considerar  vencedores, uma vez que no piso  salarial  o  reajuste foi em média de 17% e no vale-refeição conseguimos um aumento considerável em relação aos anos anteriores. Observem os números na convenção disponível no site do sindicato; eles são mais eloquentes do que qualquer palavra que possamos dizer.

 

Nossa auditoria mostra que estamos contabilizando corretamente nossos esforços para melhorar a qualidade do trabalho e da vida dos trabalhadores que representamos.

 

Helena Ribeiro da Silva

Presidenta SEAAC AM


 

HERANÇA DE CONQUISTAS

 

Os eventos que exigem a presença das mulheres engajadas nos movimentos sindical e sociais estão acontecendo intensamente neste segundo semestre.

 

Dia 6 de julho manifestação em Brasília para defender a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, uma reivindicação de todos os trabalhadores deste país ; 3 de agosto uma histórica manifestação em SP em favor da Pauta Unificada do Trabalhadores, combatendo também a idéia de que os ganhos salariais atingidos nos últimos anos estão por trás da inflação mais salgada em 2011;  9 de agosto entrega da Pauta dos Trabalhadores para o presidente da Câmara Federal,  9 de agosto importante palestra do Ministro do TST, em Brasília, que discorreu sobre a terceirização ilegal que agride a dignidade humana;  17 de agosto Marcha das Margaridas em Brasília, a maior mobilização organizada de mulheres do mundo; lançamento do Programa Mulheres Mil que pretende formar e inserir 100 mil mulheres no mercado de trabalho até 2014, entre outros tantos eventos.

 

No âmbito regional estamos iniciando o caminho para participar da 3ª Conferência Nacional de Políticas para Mulheres, com a realização de uma pré-conferência, para debater e escolher os itens que serão levados à Conferência Municipal de Políticas para Mulheres de Americana e Região. Reunião de sindicatos de diversas categorias de nossa região para buscar a construção/reativação do Conselho Regional Sindical, organismo que possa dinamizar a atuação das entidades sindicais em parceria com a DRT.

 

Os compromissos que nos unem aos trabalhadores que representamos, são inúmeros, como as diversas mesas de negociação das quais temos de participar, uma vez que representamos 14 categorias profissionais, por isso não podemos participar pessoalmente de tantos eventos, mas a luta das mulheres sindicalistas brasileiras é a nossa luta e se nem sempre estamos presentes fisicamente, estamos presentes com nosso apoio moral, dispostas a arregaçar as mangas e ajudar da maneira que nos for possível.

 

O caminho da emancipação da mulher trabalhadora é árduo, mas nossa disposição para percorrê-lo e pavimentá-lo é férrea. Haveremos de deixar como herança inúmeras conquistas para aquelas que virão depois de nós!

 

A Diretoria

 


 

REFLEXAO SOBRE O CICLO ECONÔMICO DAS MONTADORAS DE AUTOMÓVEIS

 

 

O problema atual documentado na mídia sobre o momento das montadoras de carros no Brasil nos remete a um problema histórico do capitalismo como um todo. Um dos principais teóricos do capitalismo Adam Smith fez uma metáfora sobre a condição do capitalismo e disse que existiria uma “MÃO INVISÍVEL” no mercado, ou seja, o auto-interesse de uma sociedade livre proporcionaria a forma mais rápida de uma nação alcançar o progresso e o crescimento econômico. Na sua LIBERAL opinião o maior obstáculo a esse progresso econômico seria o intervencionismo do Estado na economia; pois, para ele, existiria uma “MÃO INVISÍVEL” que auto-regularia o mercado.

 

Assim sendo, para Adam Smith, se o mercado fosse deixado em paz pelos governos ele se manteria sempre em equilíbrio. Entretanto, na prática, as condições normalmente não são as ideais. Por exemplo, a competição não é completamente livre, os consumidores não são perfeitamente informados e a produção e o consumo desejáveis podem gerar custos e benefícios sociais.

 

E por isso, o capitalismo vive de ciclos como o apontado nas notícias sobre as montadoras, onde, entre outros itens, vemos citados: a desaceleração do consumo e o aumento dos estoques, além de um impasse na negociação do imposto sobre produtos industrializados - IPI, negociado com o governo. Bem, estes também eram assuntos de Adam Smith lá nos anos de 1776, na Inglaterra, no período da revolução industrial.

 

Ora, não é de hoje que o excesso de estoque estabelece uma relação nova de trabalho. O mesmo trabalhador que somente a muito custo consegue ter um carro montado por ele (dividindo em suaves parcelas, pagando por muitos anos, gastando o valor de uns três carros), exatamente porque a luta sindical demanda tempo, é aquele que será “encostado” nas tais férias coletivas e nas demissões que ocorrem via de regra pela falta de consumo.

 

É certo que é o próprio capitalismo que produz os ciclos que engendram suas crises. Mas, é evidente que somente alguns pagam, literalmente, pelas crises. Pensando dentro desta lógica, com muita liberdade, podemos dizer que quando um sindicato luta por melhores salários e por condições dignas de trabalho, está lutando para o capital manter-se em pé, afinal, quem comprará o produto produzido?

 

Senão houver consumidor os pátios ficarão abarrotados de carros. E aí a produção deverá ser reduzida para que o preço não caia; são os efeitos da “MÃO INVISÍVEL” do mercado ao contrário, produzindo muito diferente do que dizia Smith, isto é produzindo a pobreza das nações. (referência ao nome do livro do Smith: “Riqueza das nações”).

 

Pára que isso não aconteça entra o Estado, intervindo para que o capital se reproduza da melhor forma, abrindo mão dos impostos fazendo programas; vamos relembrar de um evento histórico: Getúlio Vargas queimou tulhas de café, em 1929 ano da crise da bolsa valores de Nova York, para que o preço do café não caísse. É o mesmo que jogar no mar os carros já produzidos para que os estoques parados não prejudiquem aquilo que dá lucro.

 

E o que sindicatos têm a ver com isso? Na verdade os sindicatos devem lembram ao mundo: “QUE NÃO É SÓ DE LUCRO QUE VIVE O HOMEM”, mas também de direitos e garantias que ao longo da história o movimento sindical tenta equilibrar de uma maneira nada mágica, mas através do diálogo, mantendo uma mão de duas vias na relação histórica entre o capital e o trabalho.

 

Helena Ribeiro da Silva

Presidenta SEAAC Americana e Região

 


 

o Futsal e o trabalhadorJA slide show

 

Nossa Federação - FEAAC nos últimos anos tem transformado o Torneio Estadual de Futsal, que ocorre na cidade de Peruíbe, em uma tradição. Os sindicatos durante o ano aguardam com expectativa este encontro: preparando os times, revivendo lembranças dos jogos anteriores e organizando-se através dos treinos, que são motivos, na verdade, para estreitar um vínculo entre sindicato e trabalhador.

No Brasil o futebol teve seu início, segundo Nicolau Sevcenko, por dois caminhos: "um foi dos trabalhadores das estradas de ferro, que deram origem às várzeas, o outro foi através dos clubes ingleses que introduziram o esporte dentre os grupos de elite.” Alguns estudiosos do futebol afirmam que o esporte serviu muitas vezes como meio para controle dos corpos dos trabalhadores fazendo-os disciplinados e observadores de regras.

Podemos dizer que o futebol é um jogo onde aprendemos regras comuns para disciplinarmos nosso convívio, além de ser um esporte que mantém os corpos saudáveis. Isso para quem joga. Para o torcedor, aquele que assiste, é uma festa que se apresenta de maneira a interagir através das intenções que são gritadas, cantadas, para incentivar o seu time a ganhar.

 

Então, vamos pensar um pouco o que significa para os Sindicatos se reunirem em um lugar como a Colônia de Férias, tradicionalmente reservado para momentos de diversão com as famílias, em um torneio de futebol. Aparentemente não passa de mais um momento de diversão, onde todos estarão longe das dificuldades diárias e dos conflitos enfrentados no trabalho. Mas será que é só isso? Reflitamos: a Colônia de Férias é um lugar de encontro de trabalhadores e trabalhadoras para debater questões relacionadas à busca por direitos, um espaço de lutas travadas ao longo da história da categoria por melhores condições de trabalho.

A busca por reunir trabalhadores para debater e promover cidadania no trabalho e na vida encontra muitas dificuldades que refletem a história do movimento sindical brasileiro, mas que estão entrecortadas também pela dificuldade de construção da cidadania no Brasil. Estar próximo dos trabalhadores para ouvi-los é parte de um processo de fortalecimento dos sindicatos e, por conseguinte da ampliação de direitos pelos trabalhadores.


Assim reunir-se para jogar futebol e pensar questões cotidianas, que englobam comportamentos, atitudes, posturas que permeiam nossas vidas e, muitas vezes só vivenciamos no âmbito privado das nossas relações, é estabelecer um vínculo entre representantes e representados.  Isso se revela nos momentos de descanso entre os jogos, em que a confraternização, regada a samba ou não, fortalece e põem em pauta todas as questões debatidas nos Encontros da Categoria.

Helena Ribeiro da Silva

Presidenta SEAAC

 


 

LUGARES DE PARTICIPAÇÃO POLÍTICA 

 

Este ano teremos conferências nacionais em várias áreas, como Saúde, Assistência Social, passando pelo Trabalho Decente, e por fim, a III Conferência de Políticas Públicas para Mulheres. Esta terá como um dos eixos o combate à miséria e à pobreza, uma vez que as mulheres são partes majoritárias do setor mais empobrecido, especialmente as mulheres negras; e autonomia econômica, social e política das mulheres. O evento acontecerá no período de 12 a 15 de dezembro, com a participação de cerca de três mil mulheres e será antecedida por uma grande mobilização em todas as regiões que acolherá as mais diferentes formas de organização com a participação das mulheres urbanas, do campo, das florestas, ribeirinhas dos povos e comunidades tradicionais.

      

Entendemos que este processo de participação na construção de políticas públicas através de conferências é tão, ou mais importante que eleições, o direito ao voto. Ele consolida a força da cidadania, pois, é neste momento que nós, enquanto sujeitos de direitos, apontaremos qual caminho queremos seguir naquilo que serão políticas de Estado.

 

Portanto precisamos estar presentes nestes “lugares” sociais, onde existe o diálogo de grande parcela da sociedade sobre temas específicos, afinal, tomar parte disso é construir um futuro onde todos serão ouvidos e no qual não haverá espaço para críticas vazias.

 

A III Conferência de Políticas Públicas para Mulheres dentro deste contexto, vem confirmar o caminho de construção destas propostas, começando aonde elas serão aplicadas, muito perto de nós, das nossas casas, perto do serviço onde a mulher vítima de violência é atendida, perto do sindicato que briga nas negociações das convenções coletivas, por igualdade salarial entre homens e mulheres, ou seja, o caminho começa em nós para chegar às resoluções coletivas que apontarão caminhos que nos mesmos trilharemos.

 

Basta lembrarmos da II Conferência de Políticas Públicas para Mulheres, na qual debatemos a participação política da mulher nas eleições, tendo como resultado daquele processo, a eleição da primeira mulher presidenta do Brasil. Prova que nossa participação altera de maneira muito relevante o futuro de todos. Então, companheira, mãos à obra! Vamos participar das Conferências Municipais, Estadual e Nacional e nos fazer protagonistas desta história. 

 

Helena Ribeiro da Silva

Presidenta do Seaac de Americana e Região

 


 

FORTALECER O TRABALHADOR É FORTALECER O SINDICATO

 

Dentre tantas lutas que o movimento sindical está travando neste momento, como a aprovação da jornada de 40 horas sem redução de salários, o fim do fato previdenciário; regularização da terceirização para que sejam garantidos benefícios iguais para todos trabalhadores; regulamentação das convenções 151 (servidores públicos) e 158 (contra demissão imotivada) da OIT; que são bandeiras nacionais, existem também as lutas regionais, travadas diretamente por cada sindicato.

 

Em nossa região, o SEAAC está batalhando arduamente contra a terceirização indiscriminada, as insuportáveis condições de trabalho dos empregados em lotéricas, a insensibilidade dos patrões de algumas categorias profissionais na hora de negociar, a reativação do Conselho Sindical Regional, o fortalecimento do Conselho Municipal de Direitos da Mulher.

 

São várias frentes que exigem comprometimento de toda a diretoria e funcionários do sindicato. Avançamos e retrocedemos, mas tudo é ganho e aprendizado. O principal é que não esmorecemos frente aos obstáculos que encontramos. Continuamos buscando sempre resultados positivos que possam melhorar a vida do trabalhador, respeitar sua dignidade e reconhecer sua importância e valor.

 

Estamos á sua disposição, trabalhador para ouvir, sigilosamente quando necessário, e providenciar soluções que possam ajudá-lo. Nosso departamento jurídico é competente, funciona na sede e subsedes. Fortalecer o trabalhador é fortalecer o sindicato.

 

A Diretoria

 


 

MULHERES PERSISTENTES

 

Ao longo dos últimos anos a diretoria do SEAAC Americana tem se empenhado com grande afinco na luta pela causa das mulheres. Nada mais coerente, uma vez que o SEAAC tem sido, desde sua fundação, um sindicato administrado por uma diretoria composta por maioria feminina.

 

Assim, neste anos, temos quebrado preconceitos, incentivado novos comportamentos, conciliado a dupla e tripla jornada, conquistado espaço e credibilidade, incentivado a inserção de mais mulheres no movimento sindical. Para tanto, temos assumido em todas as ocasiões que se apresentam nossa parcela de responsabilidade social, dirigindo as ações do sindicato e seu potencial para solucionar dificuldades e desafios inerentes às necessidade coletivas, num esforço de participação que colabore com a sociedade na qual estamos inseridos.

 

Participar do Conselho Municipal de Direitos da Mulher de Americana é uma consequência desta postura. Os conselhos municipais, formados por representantes da Prefeitura e da sociedade civil, contribuem para a definição dos planos de ação da cidade, através de reuniões periódicas e discussões, atuando de acordo com a realidade local e com a sua especificação. Procuramos dar nossa colaboração ao órgão municipal fiscalizador e defensor dos direitos das mulheres, contribuindo para torná-lo democrático, autônomo, representativo, operativo e apartidário.

 

Nossa diretora da Secretaria Geral, Antonia Vicente Gomes, é a atual vice-presidenta do CMDM de Americana; seu papel será fundamental na luta pelas políticas de gênero e sua persistência será duramente testada, pois, trata-se de um trabalho sem remuneração, nem sempre valorizado. Mas as mulheres são muito persistentes!

 

A Diretoria


 

UMA EPIDEMIA CHAMADA VIOLÊNCIA

 

Pesquisa sobre violência doméstica divulgada, em junhode 2011 pelo Instituto Avon e pela Ipsos, revela que 47% das mulheres confessaram que já foram agredidas fisicamente dentro de casa.

 

O levantamento "Percepções sobre a Violência Doméstica contra a Mulher no Brasil" revelou ainda que, na região Centro-Oeste do país, o medo de ser morta é o principal motivo das mulheres agredidas não abandonarem os seus agressores. O motivo foi apontado por 21% das entrevistadas na região.

 

Nos estados do Sudeste, o medo de ser morta caso rompa a relação chega a 15%. No Sul, 16%. O Nordeste tem o menor índice: 13%. O estudo também mostrou que o alcoolismo e o ciúme são os principais motivos da agressão à mulher.

A violência dentro de casa continua sendo um fato sem controle desde tempos imemoriais. Hoje, quatro em cada dez mulheres brasileiras já foram vítimas de violência doméstica e o medo o maior inibidor para a denúncia.

 

E, a violência não discrimina pobres e ricos, negros e brancos, cultos e incultos. É extremamente grave; inúmeras são as tragédias e danos surgidos em decorrência dela.

 

E não é um problema brasileiro, é universal, ocorre em todos os países, das mais diversas culturas, em todos os pontos do planeta. É como uma epidemia que não conseguimos conter embora existem grandes esforços para tentar resolvê-la.

 

Talvez a grande raíz da violência seja a falta de estrutura moral do ser humano, uma vez que todas as leis servem apenas para conter através de punições os desmando e impulsos das pessoas, mas não as fazem entender de fato a tragedia de sua falta de compaixão, caridade e bom senso.

 

Uma boa estrutura familiar, uma boa base moral, poderiam minimizar bastante a questão da violencia, mas esta é, sem dúvida, uma tarefa quase impossível, afinal, como podem os pais ensinar aquilo que não tem?

 

A diretoria

 
 

 


Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio de Americana e Região

Trabalhador Conscientizado, Sindicato Transformado!