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OLHO NO OLHO!

 

 

 

ABRIL VERDE!

 

O abril verde é dedicado à Saúde e Segurança no Trabalho - SST um conjunto de normas e procedimentos legalmente exigidos às empresas e funcionários visando prevenir doenças ocupacionais, acidentes de trabalho e proteger a integridade física do trabalhador.

 

Os 4 principais objetivos da segurança do trabalho são prevenir acidentes e doenças ocupacionais, promover a saúde ocupacional dos colaboradores e garantir a conformidade com as normas e regulamentos estabelecidos.

Os pilares básicos da segurança do trabalho - Prevenção de Acidentes, Educação e Treinamento, Política de Saúde e Segurança - são cruciais para qualquer ambiente de trabalho.

 

Os principais tipos de riscos enfrentados pelos trabalhadores são: riscos de acidentes, riscos ergonômicos, riscos físicos, riscos químicos, riscos biológicos.

 

As formas de promover a saúde, segurança e bem-estar no trabalho incluem: palestras, seminários e webinars, comunicação interna, quadro de avisos, ambiente de Trabalho Saudável, ginástica laboral, saúde mental, capacitações.

 

Quando os colaboradores encontram motivos para trabalhar de forma segura habitualmente, quando o ambiente possui riscos minimizados e quando o comportamento de todos na organização é na maior parte do tempo seguro, isso significa que a empresa tem maturidade na cultura de segurança.

 

A cultura de segurança de uma empresa é a soma das mentalidades, posturas e comportamentos de todos os funcionários em relação à segurança no local de trabalho. Uma cultura de segurança positiva é absolutamente essencial para o sucesso de qualquer programa de segurança e saúde do trabalhador.

 

Faça sua parte, exija que seu empregador faça a parte que lhe cabe!

 

A Diretoria


 

ADMIRÁVEL MUNDO VELHO!

 

Seis anos e dez dias após o assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, finalmente os suspeitos de tramar e encomendar o crime foram detidos.

 

Chiquinho Brazão (deputado federal), Domigos Brazão (conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio) e o delegado Rivaldo Barbosa, chefe da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, um braço da Máfia instalada no poder brasileiro.

 

Nada de novo, afinal a relação entre política e crime é muito longa, apenas uma repaginação do poder oligarca, do coronelismo, que dominou as esferas de governo nos séculos 19 e 20.

 

Embora esse desfecho do caso represente um avanço, não representa justiça. Ainda há um longo caminho a ser trilhado. Também não significa que os diversos ramos do poder envolvidos com o crime, seja de modo brando ou pesado, vão ser extintos.

 

A verdade é que democracia e honestidade parecem não conviver ”democraticamente”. Sabemos como modificar esse quadro, mas ainda falta a firmeza de caráter daqueles que exercem o poder para fazer as mudanças. Quando isso vai acabar é uma pergunta sem resposta. Novos casos “Marielle” irão surgir e a luta entre o mal e o bem vai prosseguir.

 

Por ora, nós como cidadãos, podemos fiscalizar nosso voto e tentar não concedê-lo a “qualquer um”, pois, se os criminosos estão no poder é porque nosso voto os colocou lá.

 

A Diretoria

 


 

IGUALDADE: Futuro melhor para todos!

 

O Dia 8 de Março simboliza a luta histórica das mulheres pela igualdade de gênero, pela não discriminação e contra a violência, uma luta da sociedade, uma luta de todos, pois engloba igualdade de oportunidades, igualdade salarial, respeito à diversidade, fim de todos os tipos de violência de gênero, combate ao assédio sexual, participação política, defesa da democracia, relações compartilhadas entre os gêneros nos cuidados com os filhos e com a casa e outros itens que deveriam fazer parte de uma justa sociedade.

 

O dia Internacional da Mulher não é um mero dia voltado simplesmente a homenagens triviais a elas, mas um convite à reflexão acerca das contribuições incríveis de mulheres que desbravam caminhos e inspiram gerações à frente através de sua atuação corajosa em diversos campos e atividades, rompendo barreiras, desafiando estereótipos e influenciando positivamente a transformação da sociedade brasileira.

 

Neste ano de eleições municipais é mais importante do que nunca que nos mantenhamos firmes na defesa dos direitos de todas as mulheres, incentivando e investindo nelas para que possam enfrentar corajosamente a violência política de gênero, tão natural e camuflada nas relações governamentais, lutando para que mais mulheres sejam candidatas e, eleitas, sejam respeitadas em sua opção pela vida pública, o meio para mudar o “status quo” vigente.

 

Celebrar essa data é reafirmar o compromisso com a igualdade de gênero e com um futuro melhor para todos.

 

A Diretoria


 

SUICÍDIO ENTRE JOVENS CRESCE E AINDA É TABU

 

A taxa de suicídio entre jovens cresceu 6% por ano no Brasil entre 2011 a 2022, enquanto as taxas de notificações por autolesões na faixa etária de 10 a 24 anos de idade evoluíram 29% ao ano no mesmo período. Os números apurados superam os registrados na população em geral, cuja taxa de suicídio apresentou crescimento médio de 3,7% ao ano e de autolesão de 21% ao ano, no período analisado.

 

Isto quer dizer que cerca de mil crianças e adolescentes, na faixa etária entre 10 e 19 anos de idade, cometem suicídio no Brasil a cada ano, de acordo com a série histórica levantada pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) entre 2012 e 2021. O dado se baseia em registros do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde.

 

Este é um assunto tabu no Brasil, evitado e muito complexo, pois envolve inúmeros fatores, que passam por questões biológicas, histórico familiar e questões sociais/ambientais, como falta de recursos psíquicos, a influência das redes sociais e outros.

 

No caso de crianças e adolescentes, pesquisa da Fiocruz mostra que todos os casos de suicídio e tentativas pesquisadas envolvia uma história pregressa na família ou envolvendo amigos, colegas, vizinhos e conhecidos.

 

Mas, estas são mortes que podem ser evitadas, é possível buscar tratamento antes de atingir uma consequência sem volta e para isso é necessário que pais e tutores fiquem atentos a alguns comportamentos:

 

•        Estresse, violência familiar, bullying e excesso de cobranças;

•        Preocupação com a sua própria morte ou falta de esperança;

•        Expressão de ideias ou intenções suicidas;

•        Diminuição no autocuidado (como banho, escovar os dentes);

•        Comportamentos de automutilação;

•        Mudanças no padrão de alimentação e/ou sono;

•        Alterações importantes de humor;

•        Crescente isolamento social;

•        Menor rendimento escolar;

•        Queixas físicas (excesso de dores de cabeça, barriga);

•        Sentimento persistente de inutilidade e culpa.

 

Preste atenção em sua criança ou adolescente, todos os dias.

 

A Diretoria


 

AMEAÇA DO CLIMA TEM GÊNERO!

 

Uma discussão cada vez mais presente e intensa em debates mundiais é a relação entre gênero e clima. Na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP26), realizada em 2021 em Glasgow, na Escócia, o presidente do evento, Alok Sharma, afirmou em seu discurso inicial que as mulheres correspondem a 80% dos deslocados por desastres e mudanças climáticas em todo o mundo. Isso porque, segundo relatório do grupo Women in Finance Climate Action, as consequências das mudanças climáticas intensificam as desigualdades e vulnerabilidades da sociedade, nas quais as mulheres estão inseridas.

 

Até 2050, a espiral recessiva das mudanças climáticas empurrará mais 158 milhões de mulheres e meninas para a pobreza e levará mais 236 milhões de mulheres à fome. A crise climática alimentará a escalada de conflitos e a migração forçada, em um contexto de política excludente e contra o direito de mulheres, pessoas refugiadas e outros grupos marginalizados, que se expande a cada dia.

 

Precisamos urgente alcançar o patamar das ações concretas para evitar essa crise anunciada, pressionando a sociedade e governo, para que façam sua lição de casa, para que entendam de uma vez que ampliar a liderança e o engajamento feminino traz benefícios a longo prazo, além de ser essencial para o sucesso da conservação e a manutenção do planeta que dividimos.

 

Assim, já passou a hora de reconhecer os direitos, o trabalho e o conhecimento feminino, fazer a redistribuição dos recursos econômicos, abrir alas para a representação das mulheres, além de reparar as desigualdades e injustiças históricas.

 

Hoje, apesar das extremas desigualdades e os impactos das mudanças climáticas afetarem mulheres ao redor do mundo, a voz feminina não está presente nas tomadas de decisão e nos espaços de poder.

 

Estamos esperando o quê???

 

A Diretoria


 

AS MULHERES NAS ELEIÇÕES 2024

 

No Brasil, o número de mulheres aptas ao voto é superior ao dos homens, mas a participação delas como candidatas a cargos eletivos na política é quase irrisória.

 

A discriminação de gênero sofrida na política brasileira é latente, candidatas qualificadas são negligenciadas em favor de candidatos masculinos. Escândalos abalam a integridade do processo democrático, evidenciando a exclusão de mulheres, por parte de alguns partidos.

 

Agora, o anúncio do TSE sobre a intensificação na fiscalização da cota de gênero nas eleições de 2024, reflete uma resposta diante dos desafios enfrentados pelas mulheres na política.

Mas, somente isso não basta, é necessário que as mulheres brasileiras se disponham corajosamente a entrar pra valer no jogo político, uma vez que participar ativamente da política, no Brasil de hoje, parece significar entrar em um jogo de interesses pessoais em que a ética, a moralidade e a honradez não fazem parte das regras.


A sociedade aguarda para ver como as mulheres responderão ao chamamento das urnas em 2024, na esperança de que a fiscalização mais rigorosa resulte em uma representação mais equitativa e justa no próximo pleito, visto que a sociedade tem muito a ganhar ao investir na liderança feminina, disposta a quebrar tabus e meter sua colher em todos os assuntos (graças a Deus).

 

A Diretoria

 


ESTAMOS PRONTOS PARA 2024!

 

2024 não será diferente dos outros anos! Os desafios aos trabalhadores continuam firmes e fortes. Solução para as agendas previdenciárias e trabalhistas estão no topo da pauta, exigindo mobilização e negociação, divulgação das propostas trabalhistas, denúncia a ataques e direitos, convencimento da sociedade e congresso.

 

Muito trabalho a ser realizado em conjunto por centrais, federações, sindicatos, a linha de frente na defesa dos interesses dos trabalhadores em qualquer instância nacional. Chamar, convocar os trabalhadores para a luta, também continua sendo prioridade, pois, a força da união de todos costuma ser inquebrantável.

 

Muitos itens ainda continuam fazendo parte da grande lista de preocupações sem solução, como relações não formalizadas, longas jornadas, riscos do trabalho, proteção social etc...

 

O fato é que, como sempre, iremos lutar, mobilizar, discutir e negociar. Nós, os sindicalistas, representamos a força de trabalho do Brasil e nos faremos ouvir. Também somos trabalhadores e vamos lutar para que o Brasil, seja de todos nós, seja mais justo, com trabalho, renda, moradia, transporte dignos.

Que venha 2024... estamos prontos!

 

A Diretoria

 
 

Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio de Americana e Região

Trabalhador Conscientizado, Sindicato Transformado!