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OLHO NO OLHO!

 

ELAS MUDANDO O BRASIL!

 

As estatísticas do eleitorado revelam que, seguindo a tendência de eleições anteriores, as mulheres são a maioria das pessoas aptas a votar nas Eleições 2022. Dos 156.454.011 de indivíduos que poderão votar no pleito, marcado para os dias 2 (primeiro turno) e 30 de outubro, em eventual segundo turno, 82.373.164 são do gênero feminino e 74.044.065 do masculino. O número de eleitoras representa 53% do eleitorado, enquanto o de homens equivale a 47%. (Ag. Brasil)

 

Apesar disso, entretanto, o voto das mulheres sempre foi considerado (de forma machista) um artigo de segunda categoria. No Brasil, só foi autorizado há exatos noventa anos e, sendo política coisa de homem, o costume durante muito tempo era seguir a escolha dos pais e dos maridos.

 

Mas como será em 2022? Pesquisa da Veja mostra que o voto feminino tem a economia e a pandemia no topo de suas preocupações. E, embora a rejeição a Bolsonaro continue nas alturas e a vantagem de Lula no segmento seja de 50% a 22%, uma parcela significativa das eleitoras, cerca de 40%, admite que, daqui até outubro, seu voto pode mudar. Conquistar o voto feminino e manter sua fidelidade são pontos de honra para qualquer candidato. E não é exagero dizer que, pela sua unidade, elas podem, sim, definir o próximo presidente da República.

Assim, a pergunta que hoje vale um milhão é: qual candidato tem perfil para dar verdadeira atenção às demandas específicas das mulheres? Sim, porque só vai ganhar esta eleição aquele que conseguir convencer a maior parte delas.

 

A consciência política das mulheres está promovendo um engajamento maior e uma mudança de atitude em relação à política, pois, elas finalmente parecem acreditar que podem mudar o Brasil!

 

A Diretoria


MULHERES EMPREENDEDORAS

 

As mulheres já representam 34% dos empreendedores no Brasil e o índice continua em alta. É o que mostra um estudo do Sebrae, com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua do IBGE. Abrir o próprio negócio é uma alternativa para alcançar a independência, especialmente nos casos em que mulheres são expostas à violência doméstica.

 

O empreendedorismo feminino envolve as iniciativas realizadas por mulheres, como, pequenas produtoras locais, profissionais individuais e startups com lideranças femininas, que empreendem ações benéficas para a economia e para a sociedade como um todo, uma vez que a inserção das mulheres nos negócios tornam as perspectivas mais diversas, inclusivas e inovadoras.

 

Ou seja, o empreendedorismo feminino é importante não só para aquelas que decidem criar um negócio. Ele ajuda a transformar as empresas e a realidade de diversas pessoas ao seu redor. Tais atitudes garantem novas visões de mercado, inspiram mais mulheres a ser independentes financeiramente e movimentam a economia.

 

No caso das mulheres vitimas de violência, empreender significa conquistar autonomia financeira e restaurar a dignidade, interrompendo o ciclo de agressões domésticas causadas pela dependência do parceiro.

 

Apesar da ojeriza que o atual presidente da república demonstra em relação às mulheres, seu governo ainda não conseguiu desmontar todas as iniciativas que existem para favorecê-las; o programa “Brasil pra Elas” é um exemplo de política pública que oferece oportunidades a mulheres que querem empreender. A iniciativa reúne desde qualificação profissional, orientações de como abrir uma empresa, dicas de como promover o negócio no meio digital até opções de linhas de créditos em bancos públicos.

 

Ser mulher empreendedora no Brasil é um desafio de crescimento colocando à prova todo seu potencial para mudar a vida para melhor, uma luta que as mulheres enfrentam diariamente com coragem.

 

A Diretoria


PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES NA SOCIEDADE

 

No Brasil, segundo o IBGE as mulheres constituem a maioria da população brasileira. No mercado de trabalho, segundo a OIT, de cada 10 cargos executivos apenas um é ocupado por mulheres; no nível de gerência, dois cargos são das mulheres e oito dos homens; nas chefias, as mulheres são três e os homens, sete.

 

No Brasil sindical de cada 100 brasileiros sindicalizados, cerca de 36 são mulheres. Pesquisa do IBGE indica que esta baixa participação acontece tanto na composição do quadro associativo, quanto nas diretorias sindicais. Mesmo quando estão presentes nas diretorias, as mulheres geralmente não ocupam os cargos considerados mais importantes, como presidência, secretaria geral e tesouraria.

 

No Brasil político as mulheres são maioria no eleitorado e minoria em cargos de poder.

 

A discussão em torno da participação das mulheres, nos segmentos do trabalho, político e sindical do país, requer um debate franco e claro no que se refere ao poder. Requer a adoção de medidas compensatórias que estimulem, garantam condições práticas, preparem e produzam mudanças nas estruturas de poder. Garantir a presença e a participação das mulheres requer o estabelecimento de condições favoráveis como creches, horários de reuniões compatíveis com a existência da dupla jornada de trabalho e as responsabilidades familiares.

 

Vale lembrar que ao aumentar de maneira efetiva a influência da mulher em todos os níveis da sociedade organizada, aumentam as possibilidades de mudança em direção à igualdade entre os gêneros, assim como fica mais curto o caminho para uma sociedade justa e democrática.

 

A Diretoria

 
 

Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio de Americana e Região

Trabalhador Conscientizado, Sindicato Transformado!