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IGUALDADE E RESPEITO PARA AS MULHERES

 

O Homem é o único animal que se diferencia dos demais por agredir as suas fêmeas

(Jack London)

 

O dia 10 de outubro é o Dia Nacional da Luta da Mulher contra a Violência. E, é assustador o fato de mulheres ainda sofrerem tanta violência, que seja necessário marcar um dia no calendário para lembrar a sociedade desta vergonha!

 

O UNICEF avalia que uma mulher entre 10 no mundo é vítima de um estupro uma vez em sua vida e a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a violência doméstica como um problema de saúde pública, pois afeta a integridade física e a saúde mental. Em geral mulheres vítimas de agressão doméstica são assíduas nos serviços de saúde e suas queixas quase nunca são expressas com exatidão. Por receio ou vergonha, buscam sempre minimizar o fato ocorrido.

 

Além disso, a mulher sofre outras formas de violência. Quando pertence às classes menos favorecidas, sofre a violência de classe. Quando não é branca, sofre a violência racial. Pode ser vítima de uma violência dupla, por exemplo, quando é negra e pobre.

 

No entanto, a mulher, independente da sua classe social, raça e idade, sofre também uma violência específica: a de gênero, derivada da subalternização da população feminina. A organização social de gênero, atribui aos homens prerrogativas que lhes permitem ditar normas de conduta para as mulheres, bem como julgar a aplicação dessas normas. Um absurdo!

 

A violência contra a mulher é um problema complexo, que não se resolverá de forma simplista. Encontrar soluções, representa um enorme desafio para o movimento feminista, para as mulheres em geral e para todos os segmentos da sociedade. Tal como o problema do racismo é um problema de todos e de nenhuma raça em particular, também, o problema da violência contra a mulher é um problema de todos e não apenas das mulheres.

 

O enfrentamento da violência contra a mulher exige o envolvimento da sociedade como um todo (movimentos sociais, comunidades e governos). Da mesma forma, são necessárias políticas públicas tanto de prevenção como de apoio e acolhimento às mulheres, assim como criação e implementação de abrigos de apoio psicológico às mulheres. Além disso, a promoção de projetos de geração de renda também constitui um importante mecanismo de construção da autonomia financeira para as mulheres, já que muitas vezes elas dependem financeiramente de seus agressores.

 

Chegamos a um ponto, no qual não podemos ser tolerantes com a violência, pois, esta é uma prática que faz com que a sociedade retroceda no exercício da democracia. A dignidade e a igualdade da mulher é um ideal democrático que nenhum homem esclarecido poderá negar e do qual nenhuma mulher de coragem haverá de abrir mão.

 

Igualdade e respeito para as mulheres... já!

Out/04

 
 

Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio de Americana e Região

Trabalhador Conscientizado, Sindicato Transformado!